Um blogue que não e um blogue !Tambem não sei o que é , mas que dá para marcar jantares dá ! Apesar de às vezes ser dificil...Mas no fim consegue-se sempre
sábado, 29 de setembro de 2012
O que separa a civilização da barbárie
Miguel Oliveira da Silva, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, informou que o Ministério da Saúde deve limitar o acesso aos medicamentos mais caros para tratar doenças como a sida ou o cancro. Explica: "vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo". No "tudo" inclui a dignidade de quem está nos últimos meses da sua vida. "Será que mais dois meses de vida, independentemente dessa qualidade de vida, justifica uma terapêutica de 50 mil, 100 mil ou 200 mil euros?"
Onde acaba o "racionamento ético"? E se for um ano? Já vale a pena? E dez anos? No fim, não vamos todos morrer? E se forem 20 mil euros? E se o doente tiver recursos para pagar o tratamento, pode viver mais uns meses? E que tal aprovar um quadro para o tempo merecido de vida com os valores correspondentes? Em que valores exatos, medidos em meses de vida/euros, para o médico de lutar por um ser humano que entregue as suas derradeiras energias a sobreviver? Quanto vale o nosso inabalável instinto de sobrevivência? Quando passará a contabilidade a ser uma fria máquina de morte? E porque ficar pelos doentes? E os velhos que vivem mais do que devem, incapazes de se mover e de trabalhar? Quanto nos custam? Valerá a pena? Terão qualidade de vida que justifique tanto desperdício e ineficiência?
Que fique claro: para continuar a lutar por uma vida não vale tudo. Há coisas que se devem ter em conta. A vontade do doente. A sua qualidade de vida. O sucesso previsível do tratamento. Não os custos. Porque uma vida, um mês de vida que seja, não tem preço. É isso que separa a civilização da barbárie. E no dia em que o médico passa a contabilista sabemos que nada estará entre nós e quem tem de fazer as contas. Que alguém deixou de cumprir o seu papel. O do médico não é medir o valor financeiro dos últimos dias que vivemos. É lutar por nós.
O Presidente daquele órgão consultivo, responsável por um relatório sobre o tema (que li e que é menos explícito, menos brutal e mais cauteloso do que estas inacreditáveis declarações), explica: "é uma luta contra o desperdício e a ineficiência".
Finalmente conseguiu-se: os médicos transformados em contabilistas, a vida decidida por uma máquina calculadora.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Água na boca
"Ontem tentei uma coisa diferente. O meu terapeuta tem andado a semana toda a chatear-me e a dizer que eu continuo a comportar-me como um puto reguila desmiolado que pensa que não existem consequências para os seus actos e que julga que vai encontrar alguma sabedoria depois de pinar o maior número de pachachas sem sentido.
Tentei explicar-lhe que todas as pachachas que comi tiveram algum sentido para mim. Mais não fosse o sentido crescente do meu pincel.
Por isso, ele desafiou-me a convidar uma mulher para jantar e depois para a levar a casa sem tentar nenhuma artimanha para a aviar.
Gastar um jantar com conversa que depois não leva a lado nenhum pareceu-me parvo, mas aceitei o desafio. Ele dizia que podia levar a um outro lado qualquer, mas não percebi bem qual. E lá fui.
Estava tudo a correr bem até à altura da sobremesa. É que ela pega no cardápio e pede de sobremesa: Toucinho-do-céu.
E continuou, claramente a atiçar-me:
Ai, está tanto a apetecer-me um toucinho-do-céu. Ai o toucinho-do-céu deixa-me de água na boca.
Eu ia apertando a toalha da mesa para me conter mas entretanto chega o doce à mesa. Ela ia metendo o toucinho à boca enquanto soltava onomatopeias de prazer, numa clara provocação a que nenhum homem de sardão rijo conseguiria resistir.
Podem dizer que isto é loucura mas um homem vê uma mulher a gemer com um toucinho-do-céu na boca e o seu primeiro instinto é o de a levar ao céu com o seu próprio toucinho.
A natureza é mesmo assim. E não me critiquem. Não fui eu que criei as leis da natureza humana.
Por isso não descansei enquanto não meti o toucinho-ao-léu. E logo de seguida foi o meu toucinho-no-céu. Na boca da piquena."
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
SO PARA REFELECTIR
Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.
Governo Português
3 governos no continente e ilhas
333 deputados no continente e ilhas
...
Governo Português
3 governos no continente e ilhas
333 deputados no continente e ilhas
...
308 câmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30000 carros
40000(?) fundações e associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos
Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados equivalentes à Alemanha, teria de reduzir em mais de 50%
O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS.
ISTO É ABOMINÁVEL!!!
ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO SÓ AS DE QUE O GOVERNO FALA.....
4259 freguesias
1770 vereadores
30000 carros
40000(?) fundações e associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos
Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados equivalentes à Alemanha, teria de reduzir em mais de 50%
O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS.
ISTO É ABOMINÁVEL!!!
ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO SÓ AS DE QUE O GOVERNO FALA.....
sábado, 15 de setembro de 2012
Com a lábia de um aldrabão
Pergunto, ao tempo que passa,
se há quem governe o País!...
E o tempo mostra a desgraça,
que o Governo desdiz!...
Pergunto aos "boys" que levam
a massa nas algibeiras
e os "boys" ao roubo se entregam
- levam tudo, sem maneiras!...
Roubam sonhos, geram mágoas!...
Ai pobre do meu País!
Mergulhado em turvas águas,
seu fim está por um triz!...
Quem o pobre Povo esfola,
pede meças a quem diz
que um País, que pede esmola,
continua a ser feliz!...
Pergunto à fome, que grassa,
por quem lhe roubou o pão.
- Logo os golpes de trapaça
dá como sendo a razão!...
Vi florir grandes fortunas,
com os montantes roubados,
sem terem, como oportunas,
punições para os culpados!...
E o tempo não muda nada!
Ninguém faz nada de novo!
Vejo a pátria acabrunhada,
com a cruz, que leva o Povo!
Vejo a Pátria na voragem
dos que andam a roubar,
cobertos p'la sacanagem
dos que dizem governar!..
Vejo gente a partir,
Em busca doutras paragens,
que lhe possam garantira vida,
com outras margens!...
Há quem te queira enganada,
ó Pátria do desalento
e fale por ti, coitada!
Entregue estás a um jumento!...
E o tempo, em derrocada,
num ruído cacofónico,
vai aumentando a parada
de delírio histriónico!...
Ninguém faz nada de novo
e o dinheiro que vai fugindo!...
Nas mãos vazias do Povo,
fica a miséria florindo!...
E a noite torna-se densa,
de fantasmas e desdita!...
Peço notícias ao tempo
e ele só nos mortifica!...
Há sempre uma alcateia,
que agudiza a desgraça!
Há sempre alguém que semeia
injustiça e muita trapaça!...
Neste tempo de trapaça,
com personagens tão vis,
só mesmo com arruaça,
p'ra lhes partir o nariz!...
Mesmo na noite mais triste,
em tempo de podridão,
Coelho ainda resiste,
com a lábia de aldrabão
se há quem governe o País!...
E o tempo mostra a desgraça,
que o Governo desdiz!...
Pergunto aos "boys" que levam
a massa nas algibeiras
e os "boys" ao roubo se entregam
- levam tudo, sem maneiras!...
Roubam sonhos, geram mágoas!...
Ai pobre do meu País!
Mergulhado em turvas águas,
seu fim está por um triz!...
Quem o pobre Povo esfola,
pede meças a quem diz
que um País, que pede esmola,
continua a ser feliz!...
Pergunto à fome, que grassa,
por quem lhe roubou o pão.
- Logo os golpes de trapaça
dá como sendo a razão!...
Vi florir grandes fortunas,
com os montantes roubados,
sem terem, como oportunas,
punições para os culpados!...
E o tempo não muda nada!
Ninguém faz nada de novo!
Vejo a pátria acabrunhada,
com a cruz, que leva o Povo!
Vejo a Pátria na voragem
dos que andam a roubar,
cobertos p'la sacanagem
dos que dizem governar!..
Vejo gente a partir,
Em busca doutras paragens,
que lhe possam garantira vida,
com outras margens!...
Há quem te queira enganada,
ó Pátria do desalento
e fale por ti, coitada!
Entregue estás a um jumento!...
E o tempo, em derrocada,
num ruído cacofónico,
vai aumentando a parada
de delírio histriónico!...
Ninguém faz nada de novo
e o dinheiro que vai fugindo!...
Nas mãos vazias do Povo,
fica a miséria florindo!...
E a noite torna-se densa,
de fantasmas e desdita!...
Peço notícias ao tempo
e ele só nos mortifica!...
Há sempre uma alcateia,
que agudiza a desgraça!
Há sempre alguém que semeia
injustiça e muita trapaça!...
Neste tempo de trapaça,
com personagens tão vis,
só mesmo com arruaça,
p'ra lhes partir o nariz!...
Mesmo na noite mais triste,
em tempo de podridão,
Coelho ainda resiste,
com a lábia de aldrabão
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
O sexo na Literatura Portuguesa
Há uns tempos, li no Público que os Portugueses são maus a escrever prosa sobre sexo. Argumentava-se que a língua Portuguesa não se adapta a tal, ora porque é muito branda (ex: Apalpou-me a pila), ora porque é muito boçal (ex: Apalpou-me o c***lho).
Em compensação, na poesia, há exemplos maravilhosos sem cairem na sensaboria ou no obsceno.
Pus-me a pensar na prosa e na poesia que já li e até não acho esta constatação de todo descabida. O mesmo artigo referia o pior texto sobre sexo na prosa Portuguesa. Ridículo de insonso, na minha modesta opinião. Do José Rodrigues dos Santos, que, de facto, parece só fazer sexo de fatinho e gravata...Passo a reproduzir:
Tomás trincou um pedaço de peixe, pareceu-lhe abrótea, temperada pelo líquido branco do caldo.
"Porque razão é branca a sopa?", admirou-se ele. "Não é feita de água?"
"Leva água, mas também leva leite."
"Leite?"
"Sim", assentiu ela. Parou de comer e fitou-o com uma expressão insinuante.
"Sabe qual é a minha maior fantasia de cozinheira?"
"Hã?"
"Quando um dia for casada e tiver um filho, vou fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas."
Tomás quase se engasgou com a sopa.
"Como?"
"Quero fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas", repetiu ela, como se dissesse a coisa mais natural do mundo. Colocou a mão no seio esquerdo e espremeu-o de modo tal que o mamilo espreitou pela borda do decote. "Gostava de provar?"
Tomás sentiu uma erecção gigantesca a formar-se-lhe nas calças. Incapaz de proferir uma palavra e com a garganta subitamente seca, fez que sim com a cabeça. Lena tirou todo o seio esquerdo para fora do decote de seda azul; era lácteo como a sopa, com um largo mamilo rosa-claro e a ponta arrebitada e dura como uma chupeta. A sueca ergueu-se e aproximou-se do professor; em pé ao lado dele, encostou-lhe o seio à boca.Tomás não resistiu.
in Codex 632, de José Rodrigues dos Santos
Agora comparem com este poema:
Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro
os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar
e então são os meus
já os teus dedos
e são meus dedos
já a tua boca
que vai sorvendo os lábios
dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca
Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios
que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma
Em compensação, na poesia, há exemplos maravilhosos sem cairem na sensaboria ou no obsceno.
Pus-me a pensar na prosa e na poesia que já li e até não acho esta constatação de todo descabida. O mesmo artigo referia o pior texto sobre sexo na prosa Portuguesa. Ridículo de insonso, na minha modesta opinião. Do José Rodrigues dos Santos, que, de facto, parece só fazer sexo de fatinho e gravata...Passo a reproduzir:
Tomás trincou um pedaço de peixe, pareceu-lhe abrótea, temperada pelo líquido branco do caldo.
"Porque razão é branca a sopa?", admirou-se ele. "Não é feita de água?"
"Leva água, mas também leva leite."
"Leite?"
"Sim", assentiu ela. Parou de comer e fitou-o com uma expressão insinuante.
"Sabe qual é a minha maior fantasia de cozinheira?"
"Hã?"
"Quando um dia for casada e tiver um filho, vou fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas."
Tomás quase se engasgou com a sopa.
"Como?"
"Quero fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas", repetiu ela, como se dissesse a coisa mais natural do mundo. Colocou a mão no seio esquerdo e espremeu-o de modo tal que o mamilo espreitou pela borda do decote. "Gostava de provar?"
Tomás sentiu uma erecção gigantesca a formar-se-lhe nas calças. Incapaz de proferir uma palavra e com a garganta subitamente seca, fez que sim com a cabeça. Lena tirou todo o seio esquerdo para fora do decote de seda azul; era lácteo como a sopa, com um largo mamilo rosa-claro e a ponta arrebitada e dura como uma chupeta. A sueca ergueu-se e aproximou-se do professor; em pé ao lado dele, encostou-lhe o seio à boca.Tomás não resistiu.
in Codex 632, de José Rodrigues dos Santos
Agora comparem com este poema:
Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro
os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar
e então são os meus
já os teus dedos
e são meus dedos
já a tua boca
que vai sorvendo os lábios
dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca
Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios
que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Parabéns confrade Takanaca
O confrade Takanaca celebra hoje mais um aniversário. Em nome da Sá de Miranda street muitos parabéns e que este dia se repita por longos anos.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Telechona
Já não vou para novo...
Por isso às vezes abate-se uma preguiça contagiante por todo o meu corpo, com excepção de 20 centímetros que tenho de verga. Ora isto abre um duelo entre as duas maiores cabeças desta casa: O EU quer ficar em casa a descansar enquanto a minha verga só pensa em ir laurear as pevides. Estávamos nós num debate épico de razão versus tesão quando o telefone toca. Não sei quem era porque não atendi. Mas aquilo deu-me uma ideia.
Telechona!
Por isso fui buscar a lista aveludada escarlate para escolher o alvo. Os olhos foram atraídos para o número da Luísa. Ora a Luísa, além de secretária, era chata, linguaruda, despropositada, ousada, fácil, de conversa intelectualmente pobre mas sabia mexer aquele corpinho como uma enguia com o cio. Por isso liguei-lhe. Ora a conversa que se segue foi acompanhada dos pensamentos do EU, expostos entre parêntesis:
EU: Olá Luísa... É o EU.
Luísa: Olá EU Como estás?
E: Olha, estou cá com uma preguiça...
L: Queres vir cá fazer uma sesta?
E: Comigo aí não era sesta... era festa.
L: E com tudo a que tens direito. Tudinho mesmo à séria. (O "inho" irrita... o “à seria” segue-lhe os passos)
E: Isso se estivesses disposta a tudo... (Isto traz água no bico)
L: Sou uma mulher de muita disposição. O que tens em mente?
E: Bem... no outro dia estava eu a pensar em ti... (Sim é coisa que eu faço ano sim três anos não)L: E que pensaste?
E: Dei por mim a pensar em entrar onde nunca entrei.
L: Curioso. Ainda ontem pensei nisso. Entrares onde nunca entraste. (Jackpot!)
E: Tu és demais. (Isso... dá-lhe graxa)
L: O menino é que é demais. (Sim. Sonso demais, manhoso demais...)
E: Agora deixaste-me excitado. (Bocejo)
L: Pensa só quando estiveres comigo então.
E: Hmmm... (Interjeição apenas para ela não perder o embalo da narrativa)
L: Assim que chegares é logo na cómoda da entrada.
E: Hmmmm... eu estou... enfim... estou... (... estou a ver se levo a água ao meu moinho é o que é)L: Estás maluco, não estás? Estou a corar, a corar e com uma mão na boca, sabes? (Não arranjas nada melhor para pôr na boca? Assim de repente, sem grande esforço, surge-me uma alternativa)
E: Completamente. (Os advérbios são a maior bengala da língua portuguesa)
L: Como da primeira vez que te vi...é nervos. falando mal e depressa: Esfrangalhava-te. Adoro esta palavra.
E: Vou tentar lembrar-me. (Ou não)
L: Anda e come-me na cómoda.
E: Na cómoda? Sim oh sim. (Parece-me é pouco cómodo)
L: E depois quero que me laves o corpinho todo. (Pronto! Tinha de se esticar... com umas mamas daquelas era a noite toda)
E: Acho que tive um semi-orgasmo agora.... (As coisas que um gajo tem de forjar para aumentar a confiança das mulheres)
L: Palavra? Não te controlas?
E: Contigo não... (Pronto... agora é que a fiz bonita)
L: Que loucura estas conversas contigo...
E: Contigo tudo funciona melhor. Aqui o tipo de baixo idolatra-te. Mas aqui o tipo de cima também te adora. (Uma no cravo...)Aliás, está tudo ligado... (Esta é um clássico)
L: Ai kid, és estrondosamente fabuloso, é o que te digo. (Kid!? Kid!? Eu ouvi Kid!? Não. Ela não me tratou por kid. Não pode). Não me canso de te elogiar (Ah... kid era um elogio... porreiro)
E: Essa da cómoda como aperitivo sexual soa-me apelativa. (Pois... cómoda à bruta... vamos lá mas é ao que interessa)
L: É uma ideia muito boa, não é? Agora estive bem! Está muito bem esgalhada. (E se deixasses de esgalhar ideias e passasses a esgalhar-me o nabo?). Eu tenho muitas ideias de coisas que tu nem nunca sonhaste.
E: Imagino. Eu também nem fiz assim tanta coisa. (A da donzela ingénua resulta sempre...)
L: E que tal no elevador? (Eu não disse!?)
E: Acho óptimo.
L: E logo o do meu prédio, parece-me bem apertadinho. (Aquele sítio a que normalmente não vamos é que é apertadinho.)
E: Ainda vais enlouquecer-me. (Bocejo)
L: Tipo tu de pé, eu ao teu colo com as pernas na outra ponta. (Deixa-me só imaginar... e eu a suportar o teu peso todo, é isso? Porreiro)
E: Ufff estou com calores... (De pensar em suportar o teu peso)
L: Eu não te digo que és perfeito para mim? (Para ti e para mais quantas?)
E: Já sabes que quando estou contigo esqueço tudo. Nada me preocupa pois tudo deixa de existir naquele momento. (Argh... que enjoo. Ainda bem que não apaguei da memória as comédias românticas consumidas na adolescência). São universos que não colidem.
L: Palavras sábias. Anda. Estou nua à tua espera.
Por isso às vezes abate-se uma preguiça contagiante por todo o meu corpo, com excepção de 20 centímetros que tenho de verga. Ora isto abre um duelo entre as duas maiores cabeças desta casa: O EU quer ficar em casa a descansar enquanto a minha verga só pensa em ir laurear as pevides. Estávamos nós num debate épico de razão versus tesão quando o telefone toca. Não sei quem era porque não atendi. Mas aquilo deu-me uma ideia.
Telechona!
Por isso fui buscar a lista aveludada escarlate para escolher o alvo. Os olhos foram atraídos para o número da Luísa. Ora a Luísa, além de secretária, era chata, linguaruda, despropositada, ousada, fácil, de conversa intelectualmente pobre mas sabia mexer aquele corpinho como uma enguia com o cio. Por isso liguei-lhe. Ora a conversa que se segue foi acompanhada dos pensamentos do EU, expostos entre parêntesis:
EU: Olá Luísa... É o EU.
Luísa: Olá EU Como estás?
E: Olha, estou cá com uma preguiça...
L: Queres vir cá fazer uma sesta?
E: Comigo aí não era sesta... era festa.
L: E com tudo a que tens direito. Tudinho mesmo à séria. (O "inho" irrita... o “à seria” segue-lhe os passos)
E: Isso se estivesses disposta a tudo... (Isto traz água no bico)
L: Sou uma mulher de muita disposição. O que tens em mente?
E: Bem... no outro dia estava eu a pensar em ti... (Sim é coisa que eu faço ano sim três anos não)L: E que pensaste?
E: Dei por mim a pensar em entrar onde nunca entrei.
L: Curioso. Ainda ontem pensei nisso. Entrares onde nunca entraste. (Jackpot!)
E: Tu és demais. (Isso... dá-lhe graxa)
L: O menino é que é demais. (Sim. Sonso demais, manhoso demais...)
E: Agora deixaste-me excitado. (Bocejo)
L: Pensa só quando estiveres comigo então.
E: Hmmm... (Interjeição apenas para ela não perder o embalo da narrativa)
L: Assim que chegares é logo na cómoda da entrada.
E: Hmmmm... eu estou... enfim... estou... (... estou a ver se levo a água ao meu moinho é o que é)L: Estás maluco, não estás? Estou a corar, a corar e com uma mão na boca, sabes? (Não arranjas nada melhor para pôr na boca? Assim de repente, sem grande esforço, surge-me uma alternativa)
E: Completamente. (Os advérbios são a maior bengala da língua portuguesa)
L: Como da primeira vez que te vi...é nervos. falando mal e depressa: Esfrangalhava-te. Adoro esta palavra.
E: Vou tentar lembrar-me. (Ou não)
L: Anda e come-me na cómoda.
E: Na cómoda? Sim oh sim. (Parece-me é pouco cómodo)
L: E depois quero que me laves o corpinho todo. (Pronto! Tinha de se esticar... com umas mamas daquelas era a noite toda)
E: Acho que tive um semi-orgasmo agora.... (As coisas que um gajo tem de forjar para aumentar a confiança das mulheres)
L: Palavra? Não te controlas?
E: Contigo não... (Pronto... agora é que a fiz bonita)
L: Que loucura estas conversas contigo...
E: Contigo tudo funciona melhor. Aqui o tipo de baixo idolatra-te. Mas aqui o tipo de cima também te adora. (Uma no cravo...)Aliás, está tudo ligado... (Esta é um clássico)
L: Ai kid, és estrondosamente fabuloso, é o que te digo. (Kid!? Kid!? Eu ouvi Kid!? Não. Ela não me tratou por kid. Não pode). Não me canso de te elogiar (Ah... kid era um elogio... porreiro)
E: Essa da cómoda como aperitivo sexual soa-me apelativa. (Pois... cómoda à bruta... vamos lá mas é ao que interessa)
L: É uma ideia muito boa, não é? Agora estive bem! Está muito bem esgalhada. (E se deixasses de esgalhar ideias e passasses a esgalhar-me o nabo?). Eu tenho muitas ideias de coisas que tu nem nunca sonhaste.
E: Imagino. Eu também nem fiz assim tanta coisa. (A da donzela ingénua resulta sempre...)
L: E que tal no elevador? (Eu não disse!?)
E: Acho óptimo.
L: E logo o do meu prédio, parece-me bem apertadinho. (Aquele sítio a que normalmente não vamos é que é apertadinho.)
E: Ainda vais enlouquecer-me. (Bocejo)
L: Tipo tu de pé, eu ao teu colo com as pernas na outra ponta. (Deixa-me só imaginar... e eu a suportar o teu peso todo, é isso? Porreiro)
E: Ufff estou com calores... (De pensar em suportar o teu peso)
L: Eu não te digo que és perfeito para mim? (Para ti e para mais quantas?)
E: Já sabes que quando estou contigo esqueço tudo. Nada me preocupa pois tudo deixa de existir naquele momento. (Argh... que enjoo. Ainda bem que não apaguei da memória as comédias românticas consumidas na adolescência). São universos que não colidem.
L: Palavras sábias. Anda. Estou nua à tua espera.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Têm amigas assim?
Hoje almocei com uma grande amiga minha de Lisboa cá por cima..., pois a mesma veio fazer uma reportagem para o jornal aonde trabalha (para que conste a minha Senhora sabia deste almoço de trabalho).
A determinada altura contei-lhe que escrevia num blogue umas coisas com piada juntamente com amigos meus de infância.
Não é que a reacção dela foi: "e lá fode-se?".
Eu em vez de responder, olhei à volta a ver se alguém tinha ouvido a saída dela mas antes de completar a ronda com a cabeça já ela dizia: "é que se não se fode, não vale a pena".
Bem, eu acho que ninguém ouviu, mas só me apetecia meter num buraco!
O que vale é que a A. é mesmo assim, uma senhora da nossa idade muito natural e espontânea, sem acções ou reacções pensadas e planeadas. E eu gosto disso!
Com isto parece que ganhei uma leitora do blogue. Ou não hehehe!
A determinada altura contei-lhe que escrevia num blogue umas coisas com piada juntamente com amigos meus de infância.
Não é que a reacção dela foi: "e lá fode-se?".
Eu em vez de responder, olhei à volta a ver se alguém tinha ouvido a saída dela mas antes de completar a ronda com a cabeça já ela dizia: "é que se não se fode, não vale a pena".
Bem, eu acho que ninguém ouviu, mas só me apetecia meter num buraco!
O que vale é que a A. é mesmo assim, uma senhora da nossa idade muito natural e espontânea, sem acções ou reacções pensadas e planeadas. E eu gosto disso!
Com isto parece que ganhei uma leitora do blogue. Ou não hehehe!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
O que se passa com as mulheres ?
Dizem elas que nós, os homens, somos tarados. A culpa é delas, que nos inspiram e obrigam a variações.
Vamos começar por aquela a quem chamaremos mulher Zombie. Parece viver em estado catatónico, indiferente ao mundo exterior. Ficamos divididos entre a vontade em chocalhá-la, a ver se acorda, ou enfiar-lhe uma litrada de Red Bull pela boca abaixo (embora eu, pessoalmente, considere que para este tipo de gaja, várias sessões de sexo depravado, com especial ênfase no sexo anal, ainda é o tratamento com a eficácia mais surpreendente).
No outro extremo das classes de mulheres temos a mulher Matraca, que se caracteriza basicamente por não conseguir permanecer calada. Está provado cientificamente que o broche, enquanto prática sexual, foi inventado na época do paleolítico (ou até antes) por homens que costumavam copular com este género de mulheres.Se no caso da mulher Zombie, os movimentos corporais durante o acto sexual são raros e quase sempre de natureza reflexiva (derivado, por exemplo, dumas palmadas no rabo); já no caso da mulher matraca em regra o problema prende-se com movimento a mais. Há quem especule que a prática do Bondage surgiu justamente da necessidade de amenizar tal distúrbio. Se bem que a posição do missionário e a língua na boca delas, em casos menos graves já seja o suficiente para controlar a doença.
No intervalo das duas categorias de mulher anteriormente apresentadas, é possível encontrar a Rapazona. Convém desde já diferenciar a rapazona da lésbica. Enquanto a lésbica é aquela fêmea de mente aberta que a gente não desdenharia saltar para a cueca, de preferência junto com a namorada (dela ou nossa); a rapazona é a tipa amiga que ao beber cerveja, passa a mão previamente pelo gargalo da garrafa, bebe a mini em dois tragos, depois arrota e desata a discutir futebol com a malta.O defeito da rapazona até nem é o querer papar-nos, o verdadeiro problema é ser feia como a porra. No entanto, isso não impediu a rapazona de, também ela ter tido o seu papel na história da inovação sexual.
A rapazona deu origem à prática do sexo em estado de embriaguez (do homem). Contudo, o seu principal mérito em termos sexuais foi ter sido a grande inspiradora da queca à canzana.
Vamos começar por aquela a quem chamaremos mulher Zombie. Parece viver em estado catatónico, indiferente ao mundo exterior. Ficamos divididos entre a vontade em chocalhá-la, a ver se acorda, ou enfiar-lhe uma litrada de Red Bull pela boca abaixo (embora eu, pessoalmente, considere que para este tipo de gaja, várias sessões de sexo depravado, com especial ênfase no sexo anal, ainda é o tratamento com a eficácia mais surpreendente).
No outro extremo das classes de mulheres temos a mulher Matraca, que se caracteriza basicamente por não conseguir permanecer calada. Está provado cientificamente que o broche, enquanto prática sexual, foi inventado na época do paleolítico (ou até antes) por homens que costumavam copular com este género de mulheres.Se no caso da mulher Zombie, os movimentos corporais durante o acto sexual são raros e quase sempre de natureza reflexiva (derivado, por exemplo, dumas palmadas no rabo); já no caso da mulher matraca em regra o problema prende-se com movimento a mais. Há quem especule que a prática do Bondage surgiu justamente da necessidade de amenizar tal distúrbio. Se bem que a posição do missionário e a língua na boca delas, em casos menos graves já seja o suficiente para controlar a doença.
No intervalo das duas categorias de mulher anteriormente apresentadas, é possível encontrar a Rapazona. Convém desde já diferenciar a rapazona da lésbica. Enquanto a lésbica é aquela fêmea de mente aberta que a gente não desdenharia saltar para a cueca, de preferência junto com a namorada (dela ou nossa); a rapazona é a tipa amiga que ao beber cerveja, passa a mão previamente pelo gargalo da garrafa, bebe a mini em dois tragos, depois arrota e desata a discutir futebol com a malta.O defeito da rapazona até nem é o querer papar-nos, o verdadeiro problema é ser feia como a porra. No entanto, isso não impediu a rapazona de, também ela ter tido o seu papel na história da inovação sexual.
A rapazona deu origem à prática do sexo em estado de embriaguez (do homem). Contudo, o seu principal mérito em termos sexuais foi ter sido a grande inspiradora da queca à canzana.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
ATENÇAO
Confrades
Na noite de terça para quarta feira 31p1 roubaram o meu mercedes
A matricula é CN-08-00
É natural que esteja estacionado num canto qualquer pois tinha pouco gasoleo.
Andem atentos.
obrigado.
Na noite de terça para quarta feira 31p1 roubaram o meu mercedes
A matricula é CN-08-00
É natural que esteja estacionado num canto qualquer pois tinha pouco gasoleo.
Andem atentos.
obrigado.
domingo, 29 de julho de 2012
Mulheres preocupadas com menos dez mil postos na construção todos os meses receiam fim dos piropos
Segundo o Sindicato da Construção de Portugal, todos os dias desaparecem 15 empresas e todos os meses desaparecem cerca de 10 mil postos de trabalho.
As mulheres estão seriamente preocupadas com a paralisação do sector. “É preciso que o Governo intervenha para salvar o sector da construção. O lugar do trolha não é em casa. O lugar do trolha é estar na obra a gritar que me fazia um pijaminha de cuspo, a dizer-me que eu tenho um cu que parece uma cebola porque é de comer e chorar por mais e que acha que eu tenho muita terra para lavrar e tem pena que o arado dele esteja a ganhar ferrugem. Como é que eu vou saber se estou gira ou não? A falência da construção civil será a falência da minha auto-estima”, lamentou uma gaja boa como o milho e que podia vir aqui para eu transformá-la em pipoca.
As mulheres estão seriamente preocupadas com a paralisação do sector. “É preciso que o Governo intervenha para salvar o sector da construção. O lugar do trolha não é em casa. O lugar do trolha é estar na obra a gritar que me fazia um pijaminha de cuspo, a dizer-me que eu tenho um cu que parece uma cebola porque é de comer e chorar por mais e que acha que eu tenho muita terra para lavrar e tem pena que o arado dele esteja a ganhar ferrugem. Como é que eu vou saber se estou gira ou não? A falência da construção civil será a falência da minha auto-estima”, lamentou uma gaja boa como o milho e que podia vir aqui para eu transformá-la em pipoca.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
VERÃO
Caros Confrades, a altura do ano é de ir a banhos e a pedido do ilustre provedor deixo a politica e os gatunos e lanço esta cara linda.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Pirómanos organizam fogo lento para protestar contra aumento da gasolina
A gasolina voltou a aumentar e os pirómanos não gostaram.
A federação que agrupa as várias tendências do sector (pirómanos melómanos, pirómanos tresloucados, malucos de aldeia, políticos da quinta fila, etc.) convocaram um fogo lento, para local não especificado, em protesto contra o aumento constante das matérias-primas. Os homens do fogo-posto também se queixam da segurança social, que não lhes reconhece a carreira incendiária para efeitos de reforma, e da falta de apoios para o acesso dos jovens à profissão. “A CEE matou a piromania, que era uma coisa tão linda antigamente”, queixa-se um pirómano melómano. “Eu, tal é a desgraça, antes quero que um filho meu vá para chefe das secretas do que para pirómano”, lamentou-se o mesmo pirómano!!!
A federação que agrupa as várias tendências do sector (pirómanos melómanos, pirómanos tresloucados, malucos de aldeia, políticos da quinta fila, etc.) convocaram um fogo lento, para local não especificado, em protesto contra o aumento constante das matérias-primas. Os homens do fogo-posto também se queixam da segurança social, que não lhes reconhece a carreira incendiária para efeitos de reforma, e da falta de apoios para o acesso dos jovens à profissão. “A CEE matou a piromania, que era uma coisa tão linda antigamente”, queixa-se um pirómano melómano. “Eu, tal é a desgraça, antes quero que um filho meu vá para chefe das secretas do que para pirómano”, lamentou-se o mesmo pirómano!!!
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