terça-feira, 30 de outubro de 2012

sábado, 27 de outubro de 2012

Jantar de Sademirandastreet - Restaurante Rola

Em 26 de Outubro de 2012 realizou-se no Restaurante Rola um grande jantar desta ilustre Confraria, no qual estiveram presente os Confrades Vlad Dracul, Rebola, Legionário, Master, Pisco, Provedor, Luis Antunes, VMA e Nórdico.
No inicio do parágrafo anterior escrevi "grande jantar" porque realmente assim foi a nivel gastronómico, pois como certo Confrade afirmou "por mim já ficava satisfeito só com as entradas" tamanha era a diversidade das mesmas, mas não...o festim continuou com mais dois pratos um de bacalhau e mais outro de cabrito; e depois...bem depois foi mais uma variedade de sobremesas de encher o "olho" e o estomago.
O mérito da organização deste jantar vai para o Provedor, pois naquela mesa não faltou nada(muito pelo contrário) e principalmente o custo foi bastante bom para as nossas carteiras.
Foi uma noite bastante agradável e de convivio entre todos os Confrades, e entre os vários temas de conversa falou-se do alicate de corte deixado no carro do Rebola quando o mesmo foi roubado e também o Arcanjo Antunes contou-nos algumas peripécias da sua passada "vida artistica" o que prendeu a atenção dos restantes Confrades...
No final enquanto a maioria dos Confrades recolhiam a casa, os Confrades Rebola, Master e Pisco ainda foram beber umas bocks ao Colombo e não sabiam se a noite ia acabar por lá, pois como o confrade Pisconight vai pra terra dos kuduro queria aproveitar ao máximo a noite bracarense.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quinta S. José


Afinal esta quinta tam falada também tem vinhos.

Nota: agradece-se moderaçom nos comentários.


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

sábado, 13 de outubro de 2012

O cieiro

Há já algum tempo que não ia a uma festa organizada pelo Gordinho Putanheiro.
Se há coisa que o Gordinho sabe é organizar festas, que é como quem diz, encher o antro com esgrouviadas da senisga que, todas misturadas, prometem originar um cocktail de javardice a todos os títulos de louvar.
Engalanei-me e lá fui a destilar tesão para a festa repleta de pachacha dondoca. Contudo, ou fiquei demasiado exigente, ou o Gordinho Putanheiro ficou com os bifes do lombo só para ele e partilhou apenas as peças de qualidade inferior.
Aquilo estava apinhado de mulheres desenxabidas. Assim que entrei senti umas largas dezenas de pares de olhos a comerem-me. Não as condeno. Estavam todas a trabalhar por cona própria.
Mas eu não me queria apropriar de nenhuma daquelas pachachas. Encosto-me na varanda a beber à bruta quando, nas minhas costas, ouço uma dondoca dizer que estava com cieiro. E foi aqui que se fez luz. Enchi-me de alento, pois sempre acreditei que o cieiro é a doença do cio e tinha agora uma oportunidade de ouro para testar a minha teoria.
Virei-me e é aí que a vejo toda altiva e de sublime beleza. Estava pronto para começar a arte do engate mas nem precisei de usar a minha lábia. Apenas usei a lábia dela. Aliás, levei-a mais depressa para o quarto de hóspedes do que o tempo que demora a soletrar a palavra lábia. Confirmou-se assim o cieiro como a doença do cio. Aquilo foi uma genuína parada de orgasmos. Deitei-me satisfeito pela confirmação da teoria e a congratular-me por ter encontrado uma mulher assim no meio de toda a feiura presente. Não só encontrei uma autêntica agulha num palheiro como ainda consegui enfiar-lhe os meus 20 cm no buraco.


terça-feira, 9 de outubro de 2012

AS FERIAS DO MOÇO

O Sherloque e o Watson deslocaram-se esta noite a casa do Confrade Legionário para verem se as ferias deste estavam a correr as mil maravilhas e encontraram este cenário na cozinha do meliante.
   O Frei Justino já foi avisado, e disse que vai tomar as devidas medidas.

sábado, 29 de setembro de 2012

O que separa a civilização da barbárie


Miguel Oliveira da Silva, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, informou que o Ministério da Saúde deve limitar o acesso aos medicamentos mais caros para tratar doenças como a sida ou o cancro. Explica: "vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo". No "tudo" inclui a dignidade de quem está nos últimos meses da sua vida. "Será que mais dois meses de vida, independentemente dessa qualidade de vida, justifica uma terapêutica de 50 mil, 100 mil ou 200 mil euros?"

Onde acaba o "racionamento ético"? E se for um ano? Já vale a pena? E dez anos? No fim, não vamos todos morrer? E se forem 20 mil euros? E se o doente tiver recursos para pagar o tratamento, pode viver mais uns meses? E que tal aprovar um quadro para o tempo merecido de vida com os valores correspondentes? Em que valores exatos, medidos em meses de vida/euros, para o médico de lutar por um ser humano que entregue as suas derradeiras energias a sobreviver? Quanto vale o nosso inabalável instinto de sobrevivência? Quando passará a contabilidade a ser uma fria máquina de morte? E porque ficar pelos doentes? E os velhos que vivem mais do que devem, incapazes de se mover e de trabalhar? Quanto nos custam? Valerá a pena? Terão qualidade de vida que justifique tanto desperdício e ineficiência?

Que fique claro: para continuar a lutar por uma vida não vale tudo. Há coisas que se devem ter em conta. A vontade do doente. A sua qualidade de vida. O sucesso previsível do tratamento. Não os custos. Porque uma vida, um mês de vida que seja, não tem preço. É isso que separa a civilização da barbárie. E no dia em que o médico passa a contabilista sabemos que nada estará entre nós e quem tem de fazer as contas. Que alguém deixou de cumprir o seu papel. O do médico não é medir o valor financeiro dos últimos dias que vivemos. É lutar por nós.

O Presidente daquele órgão consultivo, responsável por um relatório sobre o tema (que li e que é menos explícito, menos brutal e mais cauteloso do que estas inacreditáveis declarações), explica: "é uma luta contra o desperdício e a ineficiência".
Finalmente conseguiu-se: os médicos transformados em contabilistas, a vida decidida por uma máquina calculadora.







quinta-feira, 27 de setembro de 2012

EHEHEHEH.

EM  HOMENAGEM AOS CONFRADES ADEPTOS DO BRAGA

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A NATUREZA

EHEHEH, DEVE SER NO MONTE DO C#####.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Água na boca

"Ontem tentei uma coisa diferente. O meu terapeuta tem andado a semana toda a chatear-me e a dizer que eu continuo a comportar-me como um puto reguila desmiolado que pensa que não existem consequências para os seus actos e que julga que vai encontrar alguma sabedoria depois de pinar o maior número de pachachas sem sentido.
Tentei explicar-lhe que todas as pachachas que comi tiveram algum sentido para mim. Mais não fosse o sentido crescente do meu pincel.
Por isso, ele desafiou-me a convidar uma mulher para jantar e depois para a levar a casa sem tentar nenhuma artimanha para a aviar.
Gastar um jantar com conversa que depois não leva a lado nenhum pareceu-me parvo, mas aceitei o desafio. Ele dizia que podia levar a um outro lado qualquer, mas não percebi bem qual. E lá fui.
Estava tudo a correr bem até à altura da sobremesa. É que ela pega no cardápio e pede de sobremesa: Toucinho-do-céu.
E continuou, claramente a atiçar-me:
Ai, está tanto a apetecer-me um toucinho-do-céu. Ai o toucinho-do-céu deixa-me de água na boca.
Eu ia apertando a toalha da mesa para me conter mas entretanto chega o doce à mesa. Ela ia metendo o toucinho à boca enquanto soltava onomatopeias de prazer, numa clara provocação a que nenhum homem de sardão rijo conseguiria resistir.
Podem dizer que isto é loucura mas um homem vê uma mulher a gemer com um toucinho-do-céu na boca e o seu primeiro instinto é o de a levar ao céu com o seu próprio toucinho.
A natureza é mesmo assim. E não me critiquem. Não fui eu que criei as leis da natureza humana.
Por isso não descansei enquanto não meti o toucinho-ao-léu. E logo de seguida foi o meu toucinho-no-céu. Na boca da piquena."

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

OLHA O ARTISTA

EHEHEHEHHH


 OLHEM ESTE ARTISTA

terça-feira, 18 de setembro de 2012

SO PARA REFELECTIR

Aqui vai a razão pela qual os países do norte da Europa estão a ficar cansados de subsidiar os países do Sul.

Governo Português
3 governos no continente e ilhas
333 deputados no continente e ilhas
...
308 câmaras
4259 freguesias
1770 vereadores
30000 carros
40000(?) fundações e associações
500 assessores em Belém
1284 serviços e institutos públicos
Para a Assembleia da República Portuguesa ter um número de deputados equivalentes à Alemanha, teria de reduzir em mais de 50%
O POVO PORTUGUÊS NÃO TEM CAPACIDADE PARA CRIAR RIQUEZA SUFICIENTE, PARA ALIMENTAR ESTA CORJA DE GATUNOS!
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE PORTUGAL É O PAÍS DA EUROPA EM QUE SIMULTÂNEAMENTE SE VERIFICAM OS SALÁRIOS MAIS ALTOS A NÍVEL DE GESTORES/ADMINISTRADORES E O SALÁRIO MÍNIMO MAIS BAIXO PARA OS HABITUAIS ESCRAVIZADOS.
ISTO É ABOMINÁVEL!!!
ACORDA, POVO! ESTAS, SIM, É QUE SÃO AS GORDURAS QUE TÊM DE SER ELIMINADAS E NÃO SÓ AS DE QUE O GOVERNO FALA.....

sábado, 15 de setembro de 2012

Com a lábia de um aldrabão

Pergunto, ao tempo que passa,
se há quem governe o País!...
E o tempo mostra a desgraça,
que o Governo desdiz!...

Pergunto aos "boys" que levam
a massa nas algibeiras
e os "boys" ao roubo se entregam
- levam tudo, sem maneiras!...

Roubam sonhos, geram mágoas!...
Ai pobre do meu País!
Mergulhado em turvas águas,
seu fim está por um triz!...

Quem o pobre Povo esfola,
pede meças a quem diz
que um País, que pede esmola,
continua a ser feliz!...

Pergunto à fome, que grassa,
por quem lhe roubou o pão.
- Logo os golpes de trapaça
dá como sendo a razão!...

Vi florir grandes fortunas,
com os montantes roubados,
sem terem, como oportunas,
punições para os culpados!...

E o tempo não muda nada!
Ninguém faz nada de novo!
Vejo a pátria acabrunhada,
com a cruz, que leva o Povo!

Vejo a Pátria na voragem
dos que andam a roubar,
cobertos p'la sacanagem
dos que dizem governar!..

Vejo gente a partir,
Em busca doutras paragens,
que lhe possam garantira vida,
com outras margens!...

Há quem te queira enganada,
ó Pátria do desalento
e fale por ti, coitada!
Entregue estás a um jumento!...

E o tempo, em derrocada,
num ruído cacofónico,
vai aumentando a parada
de delírio histriónico!...

Ninguém faz nada de novo
e o dinheiro que vai fugindo!...
Nas mãos vazias do Povo,
fica a miséria florindo!...

E a noite torna-se densa,
de fantasmas e desdita!...
Peço notícias ao tempo
e ele só nos mortifica!...

Há sempre uma alcateia,
que agudiza a desgraça!
Há sempre alguém que semeia
injustiça e muita trapaça!...

Neste tempo de trapaça,
com personagens tão vis,
só mesmo com arruaça,
p'ra lhes partir o nariz!...

Mesmo na noite mais triste,
em tempo de podridão,
Coelho ainda resiste,
com a lábia de aldrabão

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

sábado, 8 de setembro de 2012

O sexo na Literatura Portuguesa

Há uns tempos, li no Público que os Portugueses são maus a escrever prosa sobre sexo. Argumentava-se que a língua Portuguesa não se adapta a tal, ora porque é muito branda (ex: Apalpou-me a pila), ora porque é muito boçal (ex: Apalpou-me o c***lho).
Em compensação, na poesia, há exemplos maravilhosos sem cairem na sensaboria ou no obsceno.
Pus-me a pensar na prosa e na poesia que já li e até não acho esta constatação de todo descabida. O mesmo artigo referia o pior texto sobre sexo na prosa Portuguesa. Ridículo de insonso, na minha modesta opinião. Do José Rodrigues dos Santos, que, de facto, parece só fazer sexo de fatinho e gravata...Passo a reproduzir:
Tomás trincou um pedaço de peixe, pareceu-lhe abrótea, temperada pelo líquido branco do caldo.
"Porque razão é branca a sopa?", admirou-se ele. "Não é feita de água?"
"Leva água, mas também leva leite."
"Leite?"
"Sim", assentiu ela. Parou de comer e fitou-o com uma expressão insinuante.
"Sabe qual é a minha maior fantasia de cozinheira?"
"Hã?"
"Quando um dia for casada e tiver um filho, vou fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas."
Tomás quase se engasgou com a sopa.
"Como?"
"Quero fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas", repetiu ela, como se dissesse a coisa mais natural do mundo. Colocou a mão no seio esquerdo e espremeu-o de modo tal que o mamilo espreitou pela borda do decote. "Gostava de provar?"
Tomás sentiu uma erecção gigantesca a formar-se-lhe nas calças. Incapaz de proferir uma palavra e com a garganta subitamente seca, fez que sim com a cabeça. Lena tirou todo o seio esquerdo para fora do decote de seda azul; era lácteo como a sopa, com um largo mamilo rosa-claro e a ponta arrebitada e dura como uma chupeta. A sueca ergueu-se e aproximou-se do professor; em pé ao lado dele, encostou-lhe o seio à boca.Tomás não resistiu.
in Codex 632, de José Rodrigues dos Santos

Agora comparem com este poema:

Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro

os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar
e então são os meus

já os teus dedos
e são meus dedos

já a tua boca
que vai sorvendo os lábios

dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca
Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde
E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios
que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Parabéns confrade Takanaca

O confrade Takanaca celebra hoje mais um aniversário. Em nome da Sá de Miranda street muitos parabéns e que este dia se repita por longos anos.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Telechona

Já não vou para novo...
Por isso às vezes abate-se uma preguiça contagiante por todo o meu corpo, com excepção de 20 centímetros que tenho de verga. Ora isto abre um duelo entre as duas maiores cabeças desta casa: O EU quer ficar em casa a descansar enquanto a minha verga só pensa em ir laurear as pevides. Estávamos nós num debate épico de razão versus tesão quando o telefone toca. Não sei quem era porque não atendi. Mas aquilo deu-me uma ideia.

Telechona!
Por isso fui buscar a lista aveludada escarlate para escolher o alvo. Os olhos foram atraídos para o número da Luísa. Ora a Luísa, além de secretária, era chata, linguaruda, despropositada, ousada, fácil, de conversa intelectualmente pobre mas sabia mexer aquele corpinho como uma enguia com o cio. Por isso liguei-lhe. Ora a conversa que se segue foi acompanhada dos pensamentos do EU, expostos entre parêntesis:
EU: Olá Luísa... É o EU.
Luísa: Olá EU Como estás?
E: Olha, estou cá com uma preguiça...
L: Queres vir cá fazer uma sesta?
E: Comigo aí não era sesta... era festa.
L: E com tudo a que tens direito. Tudinho mesmo à séria. (O "inho" irrita... o “à seria” segue-lhe os passos)
E: Isso se estivesses disposta a tudo... (Isto traz água no bico)
L: Sou uma mulher de muita disposição. O que tens em mente?
E: Bem... no outro dia estava eu a pensar em ti... (Sim é coisa que eu faço ano sim três anos não)L: E que pensaste?
E: Dei por mim a pensar em entrar onde nunca entrei.
L: Curioso. Ainda ontem pensei nisso. Entrares onde nunca entraste. (Jackpot!)
E: Tu és demais. (Isso... dá-lhe graxa)
L: O menino é que é demais. (Sim. Sonso demais, manhoso demais...)
E: Agora deixaste-me excitado. (Bocejo)
L: Pensa só quando estiveres comigo então.
E: Hmmm... (Interjeição apenas para ela não perder o embalo da narrativa)
L: Assim que chegares é logo na cómoda da entrada.
E: Hmmmm... eu estou... enfim... estou... (... estou a ver se levo a água ao meu moinho é o que é)L: Estás maluco, não estás? Estou a corar, a corar e com uma mão na boca, sabes? (Não arranjas nada melhor para pôr na boca? Assim de repente, sem grande esforço, surge-me uma alternativa)
E: Completamente. (Os advérbios são a maior bengala da língua portuguesa)
L: Como da primeira vez que te vi...é nervos. falando mal e depressa: Esfrangalhava-te. Adoro esta palavra.
E: Vou tentar lembrar-me. (Ou não)
L: Anda e come-me na cómoda.
E: Na cómoda? Sim oh sim. (Parece-me é pouco cómodo)
L: E depois quero que me laves o corpinho todo. (Pronto! Tinha de se esticar... com umas mamas daquelas era a noite toda)
E: Acho que tive um semi-orgasmo agora.... (As coisas que um gajo tem de forjar para aumentar a confiança das mulheres)
L: Palavra? Não te controlas?
E: Contigo não... (Pronto... agora é que a fiz bonita)
L: Que loucura estas conversas contigo...
E: Contigo tudo funciona melhor. Aqui o tipo de baixo idolatra-te. Mas aqui o tipo de cima também te adora. (Uma no cravo...)Aliás, está tudo ligado... (Esta é um clássico)
L: Ai kid, és estrondosamente fabuloso, é o que te digo. (Kid!? Kid!? Eu ouvi Kid!? Não. Ela não me tratou por kid. Não pode). Não me canso de te elogiar (Ah... kid era um elogio... porreiro)
E: Essa da cómoda como aperitivo sexual soa-me apelativa. (Pois... cómoda à bruta... vamos lá mas é ao que interessa)
L: É uma ideia muito boa, não é? Agora estive bem! Está muito bem esgalhada. (E se deixasses de esgalhar ideias e passasses a esgalhar-me o nabo?). Eu tenho muitas ideias de coisas que tu nem nunca sonhaste.
E: Imagino. Eu também nem fiz assim tanta coisa. (A da donzela ingénua resulta sempre...)
L: E que tal no elevador? (Eu não disse!?)
E: Acho óptimo.
L: E logo o do meu prédio, parece-me bem apertadinho. (Aquele sítio a que normalmente não vamos é que é apertadinho.)
E: Ainda vais enlouquecer-me. (Bocejo)
L: Tipo tu de pé, eu ao teu colo com as pernas na outra ponta. (Deixa-me só imaginar... e eu a suportar o teu peso todo, é isso? Porreiro)
E: Ufff estou com calores... (De pensar em suportar o teu peso)
L: Eu não te digo que és perfeito para mim? (Para ti e para mais quantas?)
E: Já sabes que quando estou contigo esqueço tudo. Nada me preocupa pois tudo deixa de existir naquele momento. (Argh... que enjoo. Ainda bem que não apaguei da memória as comédias românticas consumidas na adolescência). São universos que não colidem.
L: Palavras sábias. Anda. Estou nua à tua espera.


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A PARTIR DE SEXTA

Caros, esta semana vou descansar.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Têm amigas assim?

Hoje almocei com uma grande amiga minha de Lisboa cá por cima..., pois a mesma veio fazer uma reportagem para o jornal aonde trabalha (para que conste a minha Senhora sabia deste almoço de trabalho).
A determinada altura contei-lhe que escrevia num blogue umas coisas com piada juntamente com amigos meus de infância.
Não é que a reacção dela foi: "e lá fode-se?".
Eu em vez de responder, olhei à volta a ver se alguém tinha ouvido a saída dela mas antes de completar a ronda com a cabeça já ela dizia: "é que se não se fode, não vale a pena".
Bem, eu acho que ninguém ouviu, mas só me apetecia meter num buraco!
O que vale é que a A. é mesmo assim, uma senhora da nossa idade muito natural e espontânea, sem acções ou reacções pensadas e planeadas. E eu gosto disso!
Com isto parece que ganhei uma leitora do blogue. Ou não hehehe!