Um blogue que não e um blogue !Tambem não sei o que é , mas que dá para marcar jantares dá ! Apesar de às vezes ser dificil...Mas no fim consegue-se sempre
segunda-feira, 12 de maio de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
Uma orgia de encantar
![]() |
Nesse mar de desejos, eu mergulhei em ti
Numa girândola de beijos ficaste presa a mim
Entrelaçamos nossos corpos loucamente
Agarrei as tuas ancas perdidamente.
Ouvir os teu gemidos mas que belo prazer
Eram sentimentos sentidos de mulher.
Te contorcias em espasmos de desejos
Tu me apertavas forte entre dois beijos.
Que fazia eu, não sei, sei que te fazia amor
Te dava tudo o que tinha do meu melhor
Sem pensar em mim. sentia em ti o entusiasmo
A cama ficou revoltada e de pernas para o ar
Acabamos no chão uma orgia bela de encantar
E foi ali, sem mais aquelas que chegou orgasmo.
Alberto da Fonseca, in "Uma orgia de encantar"
y yo diría que:
Quiero un día despertar sin preocuparme de nada y quedarme quieto observándote, recorrerte entera con mi mirada, ver que duermes plácida sin ninguna preocupación, acariciar tu pelo y entrar a tus sueños, verte sonreír cuando me veas llegar a ellos y cuando despiertes que nuestros ojos se encuentren, quedarnos así, sin palabras, diciéndonos todo con nuestro cuerpo.
Que mi mano roce la tuya y te acurruques en mi regazo, que un suspiro demuestre la tranquilidad de nuestras vidas.
Que disfrutemos de una larga ducha juntos y dejar que la pasión brote de nuestros cuerpos y luego de secarnos mutuamente abrazarte, seducirte nuevamente y bailar agitadamente en tu topografía carnal.
Que cuando salgamos a caminar, el tiempo se detenga y podamos disfrutar de la brisa, del Sol y de la sombra, del amanecer y del atardecer, del cantar de las aves y el juguetear de los animales y demostrar al mundo que la felicidad existe.
Entrelaçamos nossos corpos loucamente
Agarrei as tuas ancas perdidamente.
Ouvir os teu gemidos mas que belo prazer
Eram sentimentos sentidos de mulher.
Te contorcias em espasmos de desejos
Tu me apertavas forte entre dois beijos.
Que fazia eu, não sei, sei que te fazia amor
Te dava tudo o que tinha do meu melhor
Sem pensar em mim. sentia em ti o entusiasmo
A cama ficou revoltada e de pernas para o ar
Acabamos no chão uma orgia bela de encantar
E foi ali, sem mais aquelas que chegou orgasmo.
Alberto da Fonseca, in "Uma orgia de encantar"
y yo diría que:
Quiero un día despertar sin preocuparme de nada y quedarme quieto observándote, recorrerte entera con mi mirada, ver que duermes plácida sin ninguna preocupación, acariciar tu pelo y entrar a tus sueños, verte sonreír cuando me veas llegar a ellos y cuando despiertes que nuestros ojos se encuentren, quedarnos así, sin palabras, diciéndonos todo con nuestro cuerpo.
Que mi mano roce la tuya y te acurruques en mi regazo, que un suspiro demuestre la tranquilidad de nuestras vidas.
Que disfrutemos de una larga ducha juntos y dejar que la pasión brote de nuestros cuerpos y luego de secarnos mutuamente abrazarte, seducirte nuevamente y bailar agitadamente en tu topografía carnal.
Que cuando salgamos a caminar, el tiempo se detenga y podamos disfrutar de la brisa, del Sol y de la sombra, del amanecer y del atardecer, del cantar de las aves y el juguetear de los animales y demostrar al mundo que la felicidad existe.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Estou cansado...

Estou cansado, é claro,
Porque, a certa altura, a gente tem que estar cansado.
De que estou cansado, não sei:
De nada me serviria sabê-lo,
Pois o cansaço fica na mesma.
A ferida dói como dói
E não em função da causa que a produziu.
Sim, estou cansado,
E um pouco sorridente
De o cansaço ser só isto
Uma vontade de sono no corpo,
Um desejo de não pensar na alma,
E por cima de tudo uma transparência lúcida
Do entendimento retrospectivo...
E a luxúria única de não ter já esperanças?
Sou inteligente; eis tudo.
Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto,
E há um certo prazer até no cansaço que isto nos dá,
Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Porque, a certa altura, a gente tem que estar cansado.
De que estou cansado, não sei:
De nada me serviria sabê-lo,
Pois o cansaço fica na mesma.
A ferida dói como dói
E não em função da causa que a produziu.
Sim, estou cansado,
E um pouco sorridente
De o cansaço ser só isto
Uma vontade de sono no corpo,
Um desejo de não pensar na alma,
E por cima de tudo uma transparência lúcida
Do entendimento retrospectivo...
E a luxúria única de não ter já esperanças?
Sou inteligente; eis tudo.
Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto,
E há um certo prazer até no cansaço que isto nos dá,
Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.
Álvaro de Campos, in "Poemas"
quinta-feira, 24 de abril de 2014
25 DE ABRIL
Venha outro, mas desta vez para dar um tiro nos cornos um a um aos ladroes de Portugal - AO GOVERNO-
sexta-feira, 11 de abril de 2014
The Eternal
![]() |
Procession moves on, the shouting is over Praise to the glory of loved ones now gone Talking aloud as they sit round their tables scattering flowers washed down by the rain Stood by the gate at the foot of the garden Watching them pass like clouds in the sky Try to cry out in the heat of the moment Possessed by a fury that burns from inside Cry like a child though these years make me older with children my time is so wastefully spent Burden to keep, though their inner communion Accept like a curse an unlucky deal Laid by the gate at the foot of the garden my view stretches out from the fence to the wall No words could explain, no actions determine just watching the trees and the leaves as they fall Joy Division |
quarta-feira, 9 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
REPASTO DA PASCOA
Bom dia Confrades.
O encontro do dia 5, vai-se realizar a partir das 19.30h no Café Colombo.
no fim de se degustar uma Bock vamos jantar ao restaurante Insolito que fica na rua Candido Oliveira. a beira das piscinas de Braga.
O Grandioso Lider.
Braga, 1 de Abril de 2014.
Atenção . Hoje é o dia das mentiras.... mas isto não é mentira.
Confrades Presentes Atá a Data
Lider
Vlad
Vitor
Vma
Rapaz do Boné
Pangui
Legionario.
O encontro do dia 5, vai-se realizar a partir das 19.30h no Café Colombo.
no fim de se degustar uma Bock vamos jantar ao restaurante Insolito que fica na rua Candido Oliveira. a beira das piscinas de Braga.
O Grandioso Lider.
Braga, 1 de Abril de 2014.
Atenção . Hoje é o dia das mentiras.... mas isto não é mentira.
Confrades Presentes Atá a Data
Lider
Vlad
Vitor
Vma
Rapaz do Boné
Pangui
Legionario.
sexta-feira, 28 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
REPASTO DA PASCOA
Caros Confrades.
O repasto alusivo á Pascoa vai-se realizar no dia 5 de Abril de 2014.
este ano vai ser efctuado com alguma antecedencia pois na pascoa o Lider não se encontra em Braga.
Programa das Festas.
ENCONTRO AS 19.00 - CAFÉ COLOMBO.
RESTAURANTE- PARA VOTAÇÃO.
ESTAROLA
INSOLITO
PEDRA BRANCA
ORLA MARITIMA
VELHOS TEMPOS
ROLA
quinta-feira, 20 de março de 2014
"Quanto mais me elevo, menor eu pareço aos olhos de quem não sabe voar." Friedrich Nietzsche

" As Asas do Desejo" - Wim Wenders
quarta-feira, 19 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
Átame a tí

Átame a tí amor muérdeme la boca
siente que con mi aliento
todas tus ansias se desboca
Enrójeseme los labios sedientos
con la miel que robare de tus labios tibios
Átame a ti dentro muy dentro
en la ingravidez de mis mares
Saciando en mi todas tus hambres
todos tus sueños
desgastando hasta el último de tus deseos
Átame a tí amor que nunca
los nudos de hilos dorados
de nuestras carnes ,se desaten
Proyecta tus espejos en los míos
Descubre todos mis sentidos
Has tuyos todos mis misterios
Átame a ti dentro muy dentro
Recorre con tus labios
mis jardines de magnolias
suaves, tersas
ardiendo entre tus llamas
hasta llegar a un tibio nido
cubierto de plumas sonrosadas
y bebételas bebételas todas
Átame a tí amor cual suave seda
perfumada con aroma de almendros y castaños
con olor de musgo humedecido
Siente amor como la sangre te inflama
la dulce joya que me regalas
Comete …mis duraznos en flor
Átame a tí amor yo formare con mi cuerpo
la cuna que cobijara todos tus latidos
ofuscando cualquiera sean tus voluntades
Quebrándote mi rama de miel
vencido
hondo muy hondo.
Átame a tí amor hasta quebrantar todos tus límites
Hasta alcanzar sietes eternos
Hasta que desmaye sobre mí tu cuerpo
desfallecido,
vencido,
sin aliento
Átame a tí amor mientras gritas mi cielo
¿Cuanto te he anhelado?
Mi bello jardín de magnolias
¿Cuánto te he soñado?
Desde el inicio de los tiempos
Hazme tuya
¡Derrótame!
Átame a tí amado susúrrame
palabras de ecos que queman
excítame los oídos
Báñame joya mía
con un rió de ambrosía
y tu fragancia de vainilla.
Átame a tí potro salvaje
Demuéstrame tu fuerza y tu linaje
que yo cabalgare sobre tus ancas
incansablemente
Repitiendo una y otra vez tu nombre
Dirigiéndote más adentro, más adentro
Corre…corre salvaje por los linderos
Se mi amado relámpago y trueno
Átame a ti en metamorfosis de cuerpos
inundando todos los senderos
con la pasión y el frenesí
de nuestros besos
Siente amado la explosión
de un solo cuerpo
en único concierto de latidos
vibraciones que desbordan todos los ríos
Átame a ti amor eternamente
que no resulte una paradoja nuestro idilio
metamorfosis voluptuosa
de gustos y delirios
de deseos
por tanto tiempo contenidos
necesidad de variación
de fantasías
Átame a ti amor que mi mente
nunca entendería si los nudos de hilos de oro
que forjaron nuestros cuerpos
como joyas perfectas se desataran.
¡Ámame amor mío!
espero que sea este, un beso
*Fanny Jem Wong
e eu diria ...
Átame a tu verbo que tanto eriza mi piel
quarta-feira, 5 de março de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
BOM APETITE
Confrades, amanhã vai realizar-se o primeiro repasto 2014. O encontro é no local do costume.
uma destas amigas vai ser sorteada no fim do mesmo.
O Grandioso Lider
uma destas amigas vai ser sorteada no fim do mesmo.
O Grandioso Lider
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Mão Morta - "Bófia"

Eu não podia compreender porquê.
Quiz-lhe perguntar.
O bófia sacou do casse-tête
e deu-me com ele uma, duas, três vezes nos costados.
Senti um choque eléctrico percorrer-me o corpo
e uma humilhação que não podia ficar impune.
Não percebia porque ele me batia.
Quiz-lhe perguntar.
Mas o gajo continuou a dar-me cassetadas
e já os outros bófias se aproximavam de casse-tête na mão.
Não ia ficar para ali, especado,
feito bombo da festa.
Uma raiva surda trepava-me à cabeça.
Ah, que raiva!
Quando dou conta,
mandava-lhe uma joalhada aos tomates.
Senti-os a espalmar de encontro ao joelho.
Já os outros bófias descarregavam
sobre mim os seus casse-têtes virados ao contrário.
Senti uma dor de vertigem quando um me acertou na cara.
Percebi que a carne se rasgava
e um esguicho de sangue me inundava os olhos.
Já me acertavam por todos os lados.
Mas não interessava.
Já nada interessava.
Sede de sangue!
Sede de sangue!
Sede de sangue!
Sede de sangue!
Já nada interessava.
A não ser aquele bófia agarrado aos tomates.
Num último esforço disparo-lhe um pontapé à cara.
Assim, de baixo para cima - pás!
Senti a biqueira da bota entrar-lhe pelas fuças dentro.
Os ossos a quebrar.
Os dentes a saltar numa baba de cuspe e sangue.
Senti o olho a esborrachar-se sobre a biqueira da bota.
Os outros bófias continuavam a descarregar
sobre mim os seus casse-têtes virados ao contrário.
Mas eu já nada via.
Só sangue.
Dores.
Senti-me dobrar.
Cair.
Aaaaaaaaaahhh!...
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Sex Valentim

– E um restaurante italiano, pode ser?
– Estou farto de comida italiana.
– E que tal aquele afrodisíaco onde fomos uma vez? Era giro, para esse dia.
– Acho isso um bocado piroso. Para comida que dá tesão, comemos em casa e fazemos o pleno.
– Estás a começar a irritar-me. Daqui a bocado fazes o pleno, mas é sozinho. E o nepalês? Aquele novo, na Baixa?
– Está sempre cheio.
– Se está cheio, liga para lá e reserva, olha que coisa. Dá para te esforçares um pouco?
– Mas tu não querias uma coisa fina? O nepalês não é fino.
– Eu não disse uma coisa fina. Eu disse que queria um restaurante giro. Diferente! Original! Para não serem sempre os mesmos sítios. Mas já estou por tudo. Quero uma coisa qualquer. Quero lá saber se é giro ou não. Restaurante fino ou tasca manhosa. Desde que não tenha baratas, está tudo bem. Quero é ir jantar fora contigo. Ou melhor, quero que me leves a jantar fora. Custa-te assim tanto?
– Não me custa nada, só não me apetece nesse dia. Nós fartamo-nos de jantar fora. Temos de ir precisamente na sexta-feira? No Dia dos Namorados?
– Não, ninguém nos obriga. Mas eu gostava. É justamente por ser esse dia que gostava.
– É que eu detesto a data. Acho isso uma pirosada do pior.
– Já percebi que não achas muita piada. No ano passado também fizeste frete. E passaste o tempo a gozar com os casais das outras mesas. As pessoas ao lado até te ouviram.
– É mais forte do que eu...
– Não me lixes! Não consegues comer? Não consegues escolher um sítio? Não consegues vestir uma roupa bonita e fazer um sacrifício pela tua mulher, que até gosta do dia? Sem ficares amuado, que eu não tenho pachorra para isso.
– Está bem, se isto é assim importante para ti, vamos. Escusas de ficar assim, não vale a pena chateares-te.
– É! É importante para mim! E não me venhas dizer com o que é que vale a pena ou não vale a pena eu ficar chateada. Eu chateio-me com o que me apetecer. E essa tua embirração com o Dia dos Namorados chateia-me. Pareces um puto mimado a fazer beicinho porque tem de comer brócolos.
– Estás a fazer um pé de vento. Vamos ao nepalês. Ou ao italiano. Ou a outro italiano, mais caro.
– E livra-te de não me ofereceres nada.
– Sim, ofereço-te. Vou oferecer-te uma coisa gira e ainda te dou um urso de peluche gigante com um coração, um boneco com uma T-shirt a dizer «I love you» para pendurares no retrovisor e mando um anão entregar-te flores no escritório.
– Um anão?
– Para ser pequenino e fofinho, também.
– És muito parvo. O que está em causa não é o jantar nem o presente. Eu quero é que te esforces. Que penses numa coisa de que eu posso gostar. Que me faças uma surpresa no trabalho, que me esperes à porta de casa com um peixinho vermelho, que me ofereças um telegrama em chocolate... Seja o que for. Quanto mais foleiro e pindérico, melhor. Sou uma romântica pirosa, e então? Qual é o problema? Consegues viver com este defeito? Ou isso também é mais forte do que tu?
– É este consumismo que me irrita...
– Alto! Nem quero ouvir. Cala-te já com isso. Não me venhas com a conversa do consumismo e que o dia é inventado pelos comerciantes para gastarmos dinheiro, e que estão todos feitos uns com os outros. Não tenho pachorra para isso. Bem-vindo ao capitalismo. Não gostas, vai viver para a Coreia do Norte.
– Vou telefonar para o afrodisíaco.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Avanço do mar ameaça Torres de Ofir
O avanço do mar está a colocar "em sério risco" as Torres de Ofir, em
Esposende, que já têm a água a "um metro e meio, dois metros", afirmou,
esta quinta-feira, o vereador da Protecção Civil da Câmara local.

"Se o mar continuar a avançar com esta ferocidade, as torres correm sério risco", acrescentou.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
REPASTO
Confrades desta muy nobre Confraria.
Repasto de abertura de época
22 de Fevereiro de 2014.
não faltem....
Repasto de abertura de época
22 de Fevereiro de 2014.
não faltem....
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
BOM 2014
Malta, 2013 foi um ano cheio de jantaradas mais não houveram porqu a crise assim nos comandou os bolsos.
Na qualidade de Lider desta Muy Nobre Confraria, venho por este meio desejar a todos um otimo 2014, cheios de força e que seja melhor em todos os aspectos que 2013.
Na qualidade de Lider desta Muy Nobre Confraria, venho por este meio desejar a todos um otimo 2014, cheios de força e que seja melhor em todos os aspectos que 2013.
BOM ANO 2014.
E viva a Agricultura. Portugal depende da sua produção nacional.
Foto tirada na quinta de um Confrade Visionário.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
I - CAMINHADA DE NATAL
Saiu hoje para mais uma caminhada o grupo dos missionários da boa fé, desta vez liderados pelo dignissimo Frei Gusmão auxiliado pelo Noviço Clemente.
fazem parte os caminheiros
Legionário
Zé Gosma
Tobias sem pescoço
e uma vez mais não faltou o estagiário Gabriel.
Frei Truka
Os acontecimentos vão ser relatados neste blog
Caminhada a Santiago de Compostela, pois o Frei Anselmo da ultima vez não veio satisfeito com o comportamento de certos caminheiros
Patociniios
Entroncamento night runners.
fazem parte os caminheiros
Legionário
Zé Gosma
Tobias sem pescoço
e uma vez mais não faltou o estagiário Gabriel.
Frei Truka
Os acontecimentos vão ser relatados neste blog
Caminhada a Santiago de Compostela, pois o Frei Anselmo da ultima vez não veio satisfeito com o comportamento de certos caminheiros
Patociniios
Entroncamento night runners.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
EU SEI QUE O LEGIONÁRIO VAI RECLAMAR
PROGRAMA DEFENITIVO.
ENCONTRO NO BANANEIRO 19.30h DE 14/12/2013
IDA PARA O ESTAROLA 20.15h DE 14-12-2013
CONFRADES PRESENTES + - 10
PEDIDO BACALHAU PARA TODOS.
QUEM NÃO QUISER BACALHAU QUE AVISE
BEBIDAS À ESCOLHA DO FREGUES
SORTEIO DE PRENDAS DE ALTA QUALIDADE E VALOR 22.00h
BOM NATAL E NÃO FALTE,
ENCONTRO NO BANANEIRO 19.30h DE 14/12/2013
IDA PARA O ESTAROLA 20.15h DE 14-12-2013
CONFRADES PRESENTES + - 10
PEDIDO BACALHAU PARA TODOS.
QUEM NÃO QUISER BACALHAU QUE AVISE
BEBIDAS À ESCOLHA DO FREGUES
SORTEIO DE PRENDAS DE ALTA QUALIDADE E VALOR 22.00h
BOM NATAL E NÃO FALTE,
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
CAPUCHINHO VERMELHO.
DEVIDO AS QUEIXAS VOU COLOCAR A HISTORIA DO CAPUCHINHO VERMELHO
Era uma vez uma linda menina que vivia numa aldeia do bosque e de quem todos gostavam muito por ser muito boa e simpática.
Um dia a mãe fez-lhe um capucho vermelho para ela levar para a escola. No trajecto e como era hábito, a menina cumprimentava os animaizinhos, pois conhecia-os e era amiga de todos. Ao vê-la tão bonita com o seu novo capucho eles começaram a tratá-la por Capuchinho Vermelho.
Um dia a mãe chamou-a e disse-lhe:
- Tens aqui uma cesta com bolos e um pote de mel para levares à avózinha que não anda muito bem de saúde. Toma cuidado: não te detenhas no caminho e não fales com desconhecidos.
- Podes ficar descansada, mãezinha, farei como dizes - prometeu Capuchinho Vermelho.
Ia ela muito contente quando, a certa altura, encontrou um lobo. Este, com uma voz muito melada, disse-lhe:
- Olá, bela Capuchinho! Nem imaginas como desejava conhecer-te.
A menina ao ouvir isto ficou muito surpreendida, pois achou que o lobo não era tão feroz como toda a gente dizia. Apesar disso respondeu-lhe:
- O senhor lobo desculpe-me mas a minha mãe proibiu-me de falar com desconhecidos.
- Desconhecido, eu? Sou a mais popular de todas as criaturas do bosque, não deves fazer caso do que dizem. Isso é treta das más línguas. Onde vais com essa cesta?
- Vou ver a minha avózinha que está doente e levar-lhe bolos e um pote de mel.
- E onde vive a tua avózinha?
- Vive para lá do moinho, numa casa à beira do lago, junto a uma grande árvore.
O lobo já com água na boca pensou:
- Que maravilha de petiscos, devem ser tão bons, tenho que me apoderar de ambas. Acompanhou Capuchinho e a certa altura disse-lhe:
- Penso que também eu deveria visitar a tua avózinha, uma vez que ela está tão adoentada, não te parece?
- Sim, sim, acho que ela ficaria muito contente.
- Olha, tu vais por este caminho e eu vou por aquele. Veremos quem chega primeiro, - disse-lhe o lobo.
- Como eu sou esperto e como foi fácil convencê-la, pensou o lobo, ela vai pelo caminho mais distante e assim eu terei tempo de chegar antes.
O lobo correu então em direcção à casa da avó de Capuchinho Vermelho. Uma vez lá chegado bateu à porta e a avózinha perguntou:
- Quem é?
- É o Capuchinho Vermelho, respondeu-lhe o lobo, trago-lhe bolos e um pote de mel; abra a porta por favor.
- Entra, minha netinha, a porta está só no trinco.
O lobo abriu a porta e sem dizer nada foi ao quarto da avózinha e comeu-a. A seguir vestiu as suas roupas, enfiou a touca, colocou no nariz os óculos da avózinha e meteu-se dentro da cama, cobrindo-se com uma manta.
Capuchinho, depois de muito caminhar, pois viera pelo caminho mais longo, chegou finalmente a casa da avó; ficou muito surpreendida por encontrar a porta aberta.
- Bom dia. Está alguém em casa? - perguntou ao entrar.
Como ninguém lhe respondeu, dirigiu-se ao quarto e aproximando-se da cama, não reconheceu o lobo, pois ele estava disfarçado com as roupas da avózinha. Notou contudo que havia algo diferente e disse:
- Avózinha estás com umas orelhas tão grandes!
- São para te ouvir melhor.
- E tens uns olhos tão grandes!
- São para te ver melhor.
- E os teus braços são tão grandes!
- São para te abraçar melhor.
- E tens uma boca tão grande!
- É para te comer.
E nisto o lobo saltou da cama e engoliu a pobre Capuchinho Vermelho, que nem teve tempo de ter medo. Voltou depois a deitar-se e adormeceu profundamente, ressonando muito alto.
Um caçador que por ali passava, ao ouvir todo aquele barulho, pensou:
- Esta velhinha não ressonava desta maneira! Vou mas é ver o que se passa.
Entrou no quarto e deparou com o lobo a dormir profundamente.
- Até que enfim que te encontrei. Procuro-te à tanto tempo!
E quando ia a pegar na arma lembrou-se que o malvado podia ter comido a avó e que talvez ainda a pudesse salvar. Pegou na faca e... zás, abriu-lhe a barriga e de lá saiu Capuchinho Vermelho. Logo a seguir saiu a avózinha, ainda com vida mas respirando com muita dificuldade.
Depois de contarem ao caçador o que se tinha passado, Capuchinho saiu a correr e foi apanhar pedras, encheu com elas a barriga do lobo e a avó coseu a pele.
O lobo, quando acordou e viu o caçador, que disparou para o chão, fugiu a correr em direcção ao lago, e quando se atirou à água para fugir a nado, com o peso das pedras foi parar ao fundo e afogou-se, com o que até nada se perdeu, pois ele era um lobo mau a valer.
Então a avózinha disse para a Capuchinho:
- Vai à dispensa e arranja alguma coisa para o lanche do nosso salvador.
Depois de ter comido, o caçador disse:
- Vamos, Capuchinho, vou acompanhar-te a casa, não vá andar por aí outro lobo malvado.
Ao chegaram a casa, Capuchinho Vermelho contou à mãe todas as peripécias que lhe tinham acontecido, pedindo-lhe desculpa por ter desobedecido às suas recomendações e prometendo nunca mais o voltar a fazer.
Era uma vez uma linda menina que vivia numa aldeia do bosque e de quem todos gostavam muito por ser muito boa e simpática.
Um dia a mãe fez-lhe um capucho vermelho para ela levar para a escola. No trajecto e como era hábito, a menina cumprimentava os animaizinhos, pois conhecia-os e era amiga de todos. Ao vê-la tão bonita com o seu novo capucho eles começaram a tratá-la por Capuchinho Vermelho.
Um dia a mãe chamou-a e disse-lhe:
- Tens aqui uma cesta com bolos e um pote de mel para levares à avózinha que não anda muito bem de saúde. Toma cuidado: não te detenhas no caminho e não fales com desconhecidos.
- Podes ficar descansada, mãezinha, farei como dizes - prometeu Capuchinho Vermelho.
Ia ela muito contente quando, a certa altura, encontrou um lobo. Este, com uma voz muito melada, disse-lhe:
- Olá, bela Capuchinho! Nem imaginas como desejava conhecer-te.
A menina ao ouvir isto ficou muito surpreendida, pois achou que o lobo não era tão feroz como toda a gente dizia. Apesar disso respondeu-lhe:
- O senhor lobo desculpe-me mas a minha mãe proibiu-me de falar com desconhecidos.
- Desconhecido, eu? Sou a mais popular de todas as criaturas do bosque, não deves fazer caso do que dizem. Isso é treta das más línguas. Onde vais com essa cesta?
- Vou ver a minha avózinha que está doente e levar-lhe bolos e um pote de mel.
- E onde vive a tua avózinha?
- Vive para lá do moinho, numa casa à beira do lago, junto a uma grande árvore.
O lobo já com água na boca pensou:
- Que maravilha de petiscos, devem ser tão bons, tenho que me apoderar de ambas. Acompanhou Capuchinho e a certa altura disse-lhe:
- Penso que também eu deveria visitar a tua avózinha, uma vez que ela está tão adoentada, não te parece?
- Sim, sim, acho que ela ficaria muito contente.
- Olha, tu vais por este caminho e eu vou por aquele. Veremos quem chega primeiro, - disse-lhe o lobo.
- Como eu sou esperto e como foi fácil convencê-la, pensou o lobo, ela vai pelo caminho mais distante e assim eu terei tempo de chegar antes.
O lobo correu então em direcção à casa da avó de Capuchinho Vermelho. Uma vez lá chegado bateu à porta e a avózinha perguntou:
- Quem é?
- É o Capuchinho Vermelho, respondeu-lhe o lobo, trago-lhe bolos e um pote de mel; abra a porta por favor.
- Entra, minha netinha, a porta está só no trinco.
O lobo abriu a porta e sem dizer nada foi ao quarto da avózinha e comeu-a. A seguir vestiu as suas roupas, enfiou a touca, colocou no nariz os óculos da avózinha e meteu-se dentro da cama, cobrindo-se com uma manta.
Capuchinho, depois de muito caminhar, pois viera pelo caminho mais longo, chegou finalmente a casa da avó; ficou muito surpreendida por encontrar a porta aberta.
- Bom dia. Está alguém em casa? - perguntou ao entrar.
Como ninguém lhe respondeu, dirigiu-se ao quarto e aproximando-se da cama, não reconheceu o lobo, pois ele estava disfarçado com as roupas da avózinha. Notou contudo que havia algo diferente e disse:
- Avózinha estás com umas orelhas tão grandes!
- São para te ouvir melhor.
- E tens uns olhos tão grandes!
- São para te ver melhor.
- E os teus braços são tão grandes!
- São para te abraçar melhor.
- E tens uma boca tão grande!
- É para te comer.
E nisto o lobo saltou da cama e engoliu a pobre Capuchinho Vermelho, que nem teve tempo de ter medo. Voltou depois a deitar-se e adormeceu profundamente, ressonando muito alto.
Um caçador que por ali passava, ao ouvir todo aquele barulho, pensou:
- Esta velhinha não ressonava desta maneira! Vou mas é ver o que se passa.
Entrou no quarto e deparou com o lobo a dormir profundamente.
- Até que enfim que te encontrei. Procuro-te à tanto tempo!
E quando ia a pegar na arma lembrou-se que o malvado podia ter comido a avó e que talvez ainda a pudesse salvar. Pegou na faca e... zás, abriu-lhe a barriga e de lá saiu Capuchinho Vermelho. Logo a seguir saiu a avózinha, ainda com vida mas respirando com muita dificuldade.
Depois de contarem ao caçador o que se tinha passado, Capuchinho saiu a correr e foi apanhar pedras, encheu com elas a barriga do lobo e a avó coseu a pele.
O lobo, quando acordou e viu o caçador, que disparou para o chão, fugiu a correr em direcção ao lago, e quando se atirou à água para fugir a nado, com o peso das pedras foi parar ao fundo e afogou-se, com o que até nada se perdeu, pois ele era um lobo mau a valer.
Então a avózinha disse para a Capuchinho:
- Vai à dispensa e arranja alguma coisa para o lanche do nosso salvador.
Depois de ter comido, o caçador disse:
- Vamos, Capuchinho, vou acompanhar-te a casa, não vá andar por aí outro lobo malvado.
Ao chegaram a casa, Capuchinho Vermelho contou à mãe todas as peripécias que lhe tinham acontecido, pedindo-lhe desculpa por ter desobedecido às suas recomendações e prometendo nunca mais o voltar a fazer.
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