“Quando nos recordamos
dos natais passados, na maioria das vezes descobrimos que são as coisas mais
simples – não as grandes ocasiões – que nos oferecem os maiores momentos de
felicidade” Bob Hope
Um blogue que não e um blogue !Tambem não sei o que é , mas que dá para marcar jantares dá ! Apesar de às vezes ser dificil...Mas no fim consegue-se sempre
domingo, 2 de dezembro de 2018
Nostalgia
domingo, 4 de novembro de 2018
Despertar
“Se é bom viver, ainda é melhor sonhar e, o melhor de tudo, despertar” António Machado y Ruiz
O mundo é pequeno se somos grandes; o mundo é enorme se nos sentimos pequenos.
Para viver intensamente é necessário conviver
com os riscos, por isso acreditemos sempre, por pior que seja a situação, não
deixemos a dúvida tomar conta de nós, por vezes o nosso maior adversário está no
nosso interior.
É importante perceber que o despertar da vida
depende de nós.segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Humanidade
“Não quero estar vivo quando a humanidade

O desejo de salvar a humanidade é quase sempre um disfarce para o
desejo de controlá-la.
estiver usando drogas eletrônicas,
fazendo downloads e upgrades em suas mentes.
com os cérebros sendo atacados por hackers,
e sofrendo com todo tipo de bug que vier a existir.” Augusto Branco
fazendo downloads e upgrades em suas mentes.
com os cérebros sendo atacados por hackers,
e sofrendo com todo tipo de bug que vier a existir.” Augusto Branco

quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Hipocrisia
“Podemos pretender ser quanto queiramos; mas não é
lícito fingir que somos o que não somos”
José Ortega Y Gasset

Não gosto de ingratidão, não gosto de falsidade ou hipocrisia. Não
gosto de gente orgulhosa demais, gente que se acha por seu corpo, por dinheiro.
Não gosto de gente que se cala, de pessoas que tem medo de viver, nem daqueles
que não prestam atenção nos outros, ou que se acham o centro do mundo. Gosto de
gente que sabe rir, de quem sente, e sente verdadeiro. Gosto de gente que sabe
aproveitar a vida, e sabe ser atenciosa. Gosto de quem tem o coração maior que
a cabeça, mas sabe pensar. Gosto quando sussurram no ouvido, gosto quando surge
aquele olhar, gosto quando beijam, quando abraçam, admiro o sentimento de
reciprocidade. Gosto de pessoas autênticas, pessoas batalhadoras. Gosto de quem
ama mesmo. Por que quem ama não tem dúvida...aproveita a vida, é autêntico e
sabe rir. Quem ama é atencioso, sabe dar carinho, e é verdadeiro, sente de
verdade, e está sempre de bem com a vida.
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Dolce fare niente

Mesmo com o dia atarefado pela frente, a minha vontade neste começo de
Agosto e com altas temperaturas era de não fazer nada! Lembrei-me de uma
passagem do filme “Comer, Rezar e Amar”, onde os italianos explicavam serem os
melhores na arte de não fazer nada (dolce fare niente). Essa expressão italiana
é muito utilizada para demonstrar a “arte” de saber quando não fazer nada e
desfrutar desses momentos, sem nenhuma “culpa”.
Nos dias actuais, é difícil imaginar-se não fazendo nada com tantas tarefas
a serem feitas ao longo do dia, parece algo de gente preguiçosa, mas não é,
experimente, tire um dia, alguns minutos, para aplicar tal. Pois se não nos
cuidarmos corremos o risco de estarmos sempre ocupados com algo, e esquecendo
de viver a vida, de saboreá-la, aproveitando cada momento.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Profundo
“Onde é que se pode
encontrar o teu próprio eu? Sempre no mais profundo encantamento que experimentaste”
Hugo von Hofmannsthal
O profundo encantamento
leva-nos além da nossa imaginação, da nossa criatividade, é aquele que sentimos
de dentro para fora, é a nossa paz interior exalando pelos nossos poros.
sábado, 2 de junho de 2018
Persistência

O mar é o habilidoso
desenhador de ausências, no entanto temos de ser como as ondas que mesmo
quebrando contra os obstáculos encontram força para recomeçar.
sábado, 5 de maio de 2018
Corrupção
"A corrupção é vil porque prejudica toda a gente excepto os corruptos: o
corruptor e o corrompido. O benefício dos corruptos, em dinheiro ou favores, depende do prejuízo do povo.
É por isso que a corrupção corrompe. Se a certa altura as pessoas pensam
que para receber um benefício (uma operação, uma licença), é preciso pagar
luvas, então até as mais pobres e justas estragarão as vidas à procura desse
dinheiro, achando que não têm alternativa.
A corrupção facilmente se torna um sistema, acompanhada por
racionalizações: “Se toda a gente suborna, porque é que eu, com a minha
honestidade, me hei-de lixar? Que mal faz dar umas coroas àqueles gajos que até
ganham mal, coitados?”
Olha-se para os corruptos e diz-se, com espanto: “Eles devem pensar que
somos estúpidos!” É um erro. Eles não pensam que somos estúpidos. Eles
simplesmente não pensam em nós: é esse o mal. Estão-se nas tintas para nós e
para as consequências do que fazem.
Os corruptos é que dizem de nós: “Eles devem pensar que eu sou estúpido!”
Sim, porque, para eles, só um estúpido recusaria aquela oportunidade de
beneficiar pessoalmente à custa de toda a gente prejudicada por esses favores e
desvios, por essas injustiças e desigualdades.
São corruptos e é por isso que pensam assim. Não têm salvação. Mas nós sim: é apanhá-los." Miguel Esteves Cardoso
segunda-feira, 2 de abril de 2018
Vida dentro de ti
“Aproveita a vida enquanto ela é vida dentro de ti.
Aproveita o teu corpo enquanto és tu que lá moras. Aproveita. Primeiro tens
mais espírito do corpo e há dentro de ti uma convulsão de ideias, uma agitação
insofrida de projectos, resoluções, descobertas. Depois pouco a pouco, vais
perdendo essas ideias ou vai-las esquecendo no sótão de ti. Depois resta só uma
ou duas com que te vais governando. E por fim ficarás só com a carcaça do teu
corpo, sem interior nenhum, e que as leis municipais estão à espera que se
despache para atirarem à fossa. Aproveita o teu corpo enquanto estás dentro
dele. Aproveita enquanto estás.” Vergílio Ferreira, Pensar

Descobri…que o segredo
para viver e aproveitar todos os dias é aceitar as perdas. Pelo menos é um dos
segredos. Pois quem vive só de vitórias não aguenta um dia de derrota e já quer
morrer.
O relógio pode parar um
dia, o tempo não! Administrar o próprio tempo é valorizar e aproveitar mais a
vida que se vive. Porque a vida é feita de resultados que fazemos acontecer.
A vida é muito curta para
não ser aproveitada e, longa demais para passar despercebida.
sexta-feira, 2 de março de 2018
Inferno

“O Inferno são os outros”
dizia Sartre.
O Inferno são os outros,
tanto quanto nós próprios, e em nós habitam tanto o Inferno como o Paraíso.
Na verdade, aqueles suplícios
que dizem existir no profundo Inferno, estão todos aqui, nas nossas vidas.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Ser

Põe quanto és no mínimo que fazes
Para
ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui
Sê todo em cada coisa. Põe quanto
és
No mínimo que fazes.
Assim em cada
lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Ricardo Reis, in "Odes"
Heterónimo de
Fernando Pessoa
A verdade mais dura é que o comodismo
assumido se transforma em conformismo. E o conformismo é o mesmo que a morte em
vida.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Novelos
Dou por mim a suspirar por teus olhos verde-mar
Agarrado ao televisor como um velho caçador
Só à espera de te ver em desfrutes de lazer
Nesse anúncio ao shampô inspirador por Bashô
É mais perceber como voa um avião
É mais fácil antever a chegada de um tufão
Do que achar num manual instruções para deslindar
Os novelos da paixão
Quando surges no ecrã pelo meio da manhã
Com o teu jeito de sorrir, tua pele a reluzir
Numa imagem estival que te deixa sem igual
Amortalha-me a mudez de um amor sem arnês
É mais perceber como voa um avião
É mais fácil antever a chegada de um tufão
Do que achar num manual instruções para deslindar
Os novelos da paixão
E se afago a tua pele sinto o frio pixel
Numa vaga de prazer que me põe todo a tremer
É mais perceber como voa um avião
É mais fácil antever a chegada de um tufão
Do que achar num manual instruções para deslindar
Os novelos da paixão
Mão Morta - "Novelos da Paixão"

A linha que tece a vida é também a que manobra com precisão o tear do caminho. Somos tecelões de nós mesmos. O estranho é não termos o controle da agulha. Agarrado ao televisor como um velho caçador
Só à espera de te ver em desfrutes de lazer
Nesse anúncio ao shampô inspirador por Bashô
É mais perceber como voa um avião
É mais fácil antever a chegada de um tufão
Do que achar num manual instruções para deslindar
Os novelos da paixão
Quando surges no ecrã pelo meio da manhã
Com o teu jeito de sorrir, tua pele a reluzir
Numa imagem estival que te deixa sem igual
Amortalha-me a mudez de um amor sem arnês
É mais perceber como voa um avião
É mais fácil antever a chegada de um tufão
Do que achar num manual instruções para deslindar
Os novelos da paixão
E se afago a tua pele sinto o frio pixel
Numa vaga de prazer que me põe todo a tremer
É mais perceber como voa um avião
É mais fácil antever a chegada de um tufão
Do que achar num manual instruções para deslindar
Os novelos da paixão
Mão Morta - "Novelos da Paixão"

Emenda daqui, costura ali, e assim o destino vai criando traços e formas, contudo, não termina ao final.
Deixemos o fiar dos fios nos surpreender, até alcançar o colorir da alma, fio a fio.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Merry Christmas
Quando nos recordamos dos Natais passados, na maioria das vezes descobrimos que são as coisas mais simples - não as grandes ocasiões - que nos oferecem os maiores momentos de felicidade.
Feliz Natal, para todos:))
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Zé Pedro - R.I.P.

NÃO SOU O ÚNICO
Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem
À espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que não tive
Agarrado ás tentações
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Não, não sou o único
Não, sou o único a olhar o céu
Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu
E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas abrirem
Vais ver, o sol brilhará
Vais ver, o sol brilhará
Letra: Zé Pedro - Xutos & Pontapés
sábado, 11 de novembro de 2017
Vontade
Entre a escolha bruta da vontade, deixa entrar os dedos, pedacinhos silenciosos de incerta intenção, dentro de mim a suspeita de querer, dentro de ti a língua ninfa deslizante quente, ruidosa da palavra desejo, penetra na alma deste profundo ensejo.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
O tempo não para

sábado, 30 de setembro de 2017
A terapia dos palavrões

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à
quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma
pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não queres sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vais querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então,
foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos
extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário
de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos
mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua
língua.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a
ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão
matemática.
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a
mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem
nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades
de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro
para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.
Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro
Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema,
e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu
correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente,
sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito
assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se
reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um
merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua
maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus
quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de
seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar
firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de
maior poder de definição do : "Fodeu-se!". E a
sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor
num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo
assim como quando estás sem documentos do carro, sem
carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a
mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada
funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a
saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os
empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e
em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a
desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Mas não desesperes:
Este País … ainda vai ser “um país do caralho!”
Oiçam o que vos digo,)
quinta-feira, 7 de setembro de 2017
Disseste
Tu disseste "quero saborear o infinito"
Eu disse "a frescura das maçãs matinais revela-nos segredos insondáveis"
Tu disseste "sentir a aragem que balança os dependurados"
Eu disse "é o medo o que nos vem acariciar"
Tu disseste "eu também já tive medo. muito medo. recusava-me a abrir a janela, a transpôr o limiar da porta"
Eu disse "acabamos a gostar do medo, do arrepio que nos suspende a fala"
Tu disseste "um dia fiquei sem nada. um mundo inteiro por descobrir"
Eu disse "..."
Eu disse "o que é que isso interessa?"
Tu disseste "...nada"
Tu disseste "agora procuro o desígnio da vida. às vezes penso encontrá-lo num bater de asas, num murmúrio trazido pelo vento, no piscar de um néon. escrevo páginas e páginas a tentar formalizá-lo. depois queimo tudo e prossigo a minha busca"
Eu disse "eu não faço nada. fico horas a olhar para uma mancha na parede"
Tu disseste "e nunca sentiste a mancha a alastrar, as suas formas num palpitar quase imperceptível?"
Eu disse "não. a mancha continua no mesmo sítio, eu continuo a olhar para ela e não se passa nada"
Tu disseste "e no entanto a mancha alastra e toma conta de ti. liberta-te do corpo. tu é que não vês"
Eu disse "o que é que isso interessa?"
Tu disseste "...nada"
Eu disse "o que é que isso interessa?"
Tu disseste "...nada"
"Tu disseste" - Mão Morta
Falar com quem conhecemos acaba sempre por ser uma forma de falarmos de nós próprios. Falar do que quer que seja é sempre uma forma de falarmos de nós próprios...
Eu disse "a frescura das maçãs matinais revela-nos segredos insondáveis"
Tu disseste "sentir a aragem que balança os dependurados"
Eu disse "é o medo o que nos vem acariciar"
Tu disseste "eu também já tive medo. muito medo. recusava-me a abrir a janela, a transpôr o limiar da porta"
Eu disse "acabamos a gostar do medo, do arrepio que nos suspende a fala"
Tu disseste "um dia fiquei sem nada. um mundo inteiro por descobrir"
Eu disse "..."
Eu disse "o que é que isso interessa?"
Tu disseste "...nada"
Tu disseste "agora procuro o desígnio da vida. às vezes penso encontrá-lo num bater de asas, num murmúrio trazido pelo vento, no piscar de um néon. escrevo páginas e páginas a tentar formalizá-lo. depois queimo tudo e prossigo a minha busca"
Eu disse "eu não faço nada. fico horas a olhar para uma mancha na parede"
Tu disseste "e nunca sentiste a mancha a alastrar, as suas formas num palpitar quase imperceptível?"
Eu disse "não. a mancha continua no mesmo sítio, eu continuo a olhar para ela e não se passa nada"
Tu disseste "e no entanto a mancha alastra e toma conta de ti. liberta-te do corpo. tu é que não vês"
Eu disse "o que é que isso interessa?"
Tu disseste "...nada"
Eu disse "o que é que isso interessa?"
Tu disseste "...nada"
"Tu disseste" - Mão Morta
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Ao mergulhar pense onde pode bater com a cabeça
Acho que damos pouca atenção àquilo que efectivamente decide tudo na nossa vida, ao órgão que levamos dentro da cabeça: o cérebro. Tudo quanto estamos por aqui a dizer é um produto dos poderes ou das capacidades do cérebro: a linguagem, o vocabulário mais ou menos extenso, mais ou menos rico, mais ou menos expressivo, as crenças, os amores, os ódios, Deus e o diabo, tudo está dentro da nossa cabeça. Fora da nossa cabeça não há nada...
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Relaxar é preciso

A vida é curta para perdermos tempo nos preocupando com o que não nos acrescenta em nada.
Nem sempre é possível perceber e se dar conta de que certas coisas estavam indo por esse caminho...mas quando percebemos, é hora de tomar uma atitude e mudar essa situação.
Não precisamos de ser perfeitos...precisamos é de viver mais, de verdade.
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