terça-feira, 23 de novembro de 2010

ponto de vista da crise

Caros confrades,

A fim de lançar o tema para o próximo jantar, coloco um post explicativo da crise actual.
Sei que é uma prespectiva do assunto. Espero que os confrades que acompanham a actualidade politica coloquem outros posts sobre outras prespectivas do tema para que o jantar de Natal decorra num âmbiente de acalorada discussão com insultos e até vias de facto como exige a quadra natalícia.

Acedam ao endereço:


http://o_sitio_do_jazz.blogs.sapo.pt/72586.html

32 comentários:

Tipo atento disse...

O líder gosta muito deste site.

Vlad Dracul disse...

A deduçom que se pode tirar do dia de hoje é que, com o confrade Legionário de folga, o blog tem pouca actividade - apenas um comentário durante o dia.

Mas hoje é dia de festejar a vitória histórica do Sporting Clube de Braga sobre o Arsenal de Londres.
E é de salientar que estavam presentes pelo menos cinco confrades desta rua: o líder vma, Pangui, Nórdico, Takanaca e Vlad.

Durante o intervalo do jogo estivemos a conversar sobre o jantar de Natal e o líder vai-se inteirar da hipótese de o mesmo se realizar no Estarola (mas com bacalhau, é claro).

Contando que os falhecos habituais nom apareçam, deveremos ser 14 ou 15 pessoas; contamos com a presença do Provedor.

No sábado poderemos adiantar mais alguma coisa aquando da inauguraçom da exposiçom fotográfica do senhor Jorge Sousa.

Legionário disse...

Por falar em crise hoje é dia de "greve geral" e estou a trabalhar assim como a maioria dos confrades...quanto ao Lider acho que o podemos ver a manifestar-se hoje na rua!!!

Legionário disse...

A parte do País que hoje decide
não trabalhar ou, trabalhando, concorda com os grevistas vai dar largas à sua frustração contra o empobrecimento que lhe está a ser imposto e tem uma ideia formada de porque é que isso está a acontecer. No essencial, considera que as medidas de austeridade são injustas e recaem sobre os pobres e os remediados; e que estas deviam afectar mais os desafogados e os ricos. Os manifestantes de hoje continuam a reivindicar uma repartição mais igualitária do rendimento nacional, com uma política redistributiva mais empenhada socialmente por parte do Governo. Repetem-se as alegações em qualquer espaço de debate público de que existe um rotativismo governativo estéril entre os dois principais partidos parlamentares, que, ao longo de três décadas, só tem vindo a agravar o nível de vida de quem trabalha ou trabalhou.

A evidência estatística diz-nos, porém, que não é tão simples. E que embora muitas das suas críticas sejam verdadeiras, há muita outras questões preocupantes. Uma das maiores é que, para a grande maioria dos portugueses que vivem com os rendimentos conhecidos, o discurso de que o País, como um todo, gasta 10% a mais do que aquilo que produz é um assunto que não é seu, é "deles". Por isso quase não poupam, porque se endividaram, acedendo a consumos inacessíveis há uma década, graças aos créditos irresistíveis oferecidos pelos bancos. E ainda não se convenceram de que, com todas as desigualdades que persistem, o nível de vida da classe média e a dimensão actual do Estado social em Portugal só podem manter-se mediante um grande aumento na capacidade colectiva de produzir bens e serviços.

Esse é o desafio decisivo para o nosso futuro a partir do dia HOJE. O desabafo geral contra os sucessivos lotes de cortes e apertos medirá o nível de descontentamento da rua contra os "eles", os políticos que têm alternado no poder sem antecipar problemas e criando novos. Mas saberá também o movimento sindical, com a força redobrada ganha nesta jornada, jogar o seu peso em prol de soluções operativas que ajudem a alcançar os resultados que todos dizem querer alcançar? Porque não basta continuar a apontar o dedo acusador apenas aos outros.

Legionário disse...

A parte do País que hoje decide
não trabalhar ou, trabalhando, concorda com os grevistas vai dar largas à sua frustração contra o empobrecimento que lhe está a ser imposto e tem uma ideia formada de porque é que isso está a acontecer. No essencial, considera que as medidas de austeridade são injustas e recaem sobre os pobres e os remediados; e que estas deviam afectar mais os desafogados e os ricos. Os manifestantes de hoje continuam a reivindicar uma repartição mais igualitária do rendimento nacional, com uma política redistributiva mais empenhada socialmente por parte do Governo. Repetem-se as alegações em qualquer espaço de debate público de que existe um rotativismo governativo estéril entre os dois principais partidos parlamentares, que, ao longo de três décadas, só tem vindo a agravar o nível de vida de quem trabalha ou trabalhou.

A evidência estatística diz-nos, porém, que não é tão simples. E que embora muitas das suas críticas sejam verdadeiras, há muita outras questões preocupantes. Uma das maiores é que, para a grande maioria dos portugueses que vivem com os rendimentos conhecidos, o discurso de que o País, como um todo, gasta 10% a mais do que aquilo que produz é um assunto que não é seu, é "deles". Por isso quase não poupam, porque se endividaram, acedendo a consumos inacessíveis há uma década, graças aos créditos irresistíveis oferecidos pelos bancos. E ainda não se convenceram de que, com todas as desigualdades que persistem, o nível de vida da classe média e a dimensão actual do Estado social em Portugal só podem manter-se mediante um grande aumento na capacidade colectiva de produzir bens e serviços.

Esse é o desafio decisivo para o nosso futuro a partir do dia HOJE. O desabafo geral contra os sucessivos lotes de cortes e apertos medirá o nível de descontentamento da rua contra os "eles", os políticos que têm alternado no poder sem antecipar problemas e criando novos. Mas saberá também o movimento sindical, com a força redobrada ganha nesta jornada, jogar o seu peso em prol de soluções operativas que ajudem a alcançar os resultados que todos dizem querer alcançar? Porque não basta continuar a apontar o dedo acusador apenas aos outros.

IRINEU disse...

snr Legionário logo de manhã a duplicar post´s.?..como V/Exca anunciou o unico que esta a fazer greve é o lider, pois os outros teem todos patroes directos e não se podem baldar....

VIVA A GREVE.....

EU NÃO FAÇO PORQUE GRAÇAS A ....., NÃO ESTOU MAL SERVIDO....

Fura-Greves disse...

Fazer greve?!

Ide trabalhar, malandros!

Ho Ho Ho disse...

Agora falar de politica no jantar de Natal é que NÃO!!!

Nem politica, nem futebol e nem religião, caso contário não há prendas pra ninguêm.

VAMOS LÁ AO TEMA disse...

SO É PERMITIDO FALAR DE TEMAS EM QUE O SNR DURO É CONHECEDOR....

Firme e Hirto disse...

Este ano vai estar presente uma "Mãe Natal" a distribuir as prendas, parece que mora ali prós lados do BragaParque.

Crise? Qual Crise??? disse...

Geórgia contrata 80 prostitutas em Lisboa
Comitiva conseguiu levar para o hotel grupo de mulheres que animou a noite da Cimeira.

As mulheres já estavam contratadas e entraram no hotel com os respectivos elementos da delegação da Geórgia, que veio à Cimeira de Lisboa formalizar a adesão à NATO. O CM sabe que a festa na madrugada de sexta-feira foi animada mas incomodou a comitiva francesa, incluindo o presidente Nicolas Sarkozy.

A presença das prostitutas acabou por se revelar devido a um problema com uma das mulheres. A situação não passou das portas do hotel onde estavam alojados, mas o caso ficou registado como um incidente. O CM não conseguiu apurar que tipo de problema terá sido provocado pela mulher, mas confirmou que foi identificada pelas autoridades responsáveis pela segurança da Cimeira de Lisboa. A ‘festa' envolveu também alguns membros da comitiva da Arménia, alojados no mesmo hotel.

Já a delegação francesa queixou--se do barulho e estragou a festa. O CM apurou que os elementos da comitiva francesa manifestaram--se incomodados.

A entrada das cerca de 80 prostitutas terá sido feita como se se tratasse das mulheres dos delegados georgianos e arménios. Segundo o CM apurou, quando os responsáveis do hotel perceberam que se tratava de prostitutas manifestaram-se incomodados e embaraçados com a situação, que foi resolvida com a descrição possível. O hotel em causa é um dos mais luxuosos e prestigiados de Lisboa e escolhido para alojar alguns dos mais importantes chefes de Estado presentes na cimeira.

Legionário disse...

I. Este greve tem uma ponta de ironia: aqueles que lideram a greve são aqueles que são mais protegidos, isto é, os funcionários públicos. Os funcionários públicos têm uma segurança absurda no emprego. Se uma empresa fecha as portas, os trabalhadores dessa empresa vão para o fundo de desemprego e depois têm de arranjar outro emprego. Se uma repartição pública perde a sua utilidade, os funcionários dessa repartição não são dispensados. Nem pensar, então. Que escandaleira fascista. Não senhor. Esses funcionários-públicos-que-estão-a-mais vão para um quadro de mobilidade, onde ganham, se não me engano, quatro sextos do seu vencimento. Mas, então, eu pergunto: mas há portugueses de primeira e portugueses de segunda? Por que razão os desempregados e trabalhadores das empresas têm de pagar esta segurança extrema do funcionário público? Por que razão o funcionário público têm direito a uma rede de segurança vitalícia? Sim, de facto, devíamos fazer greve, uma greve contra estes privilégios inaceitáveis dos funcionários públicos.

II. O sindicalismo português, representado pela GCTP e pela UGT, está perdido no tempo. A CGTP e a UGT são forças reaccionárias que impedem a adaptação de Portugal ao século XXI. Um exemplo: se os trabalhadores da Auto-Europa tivessem seguido as indicações dos sindicatos, a empresa já não estava cá. Felizmente, a comissão de trabalhadores da Auto-Europa negociou regras de flexibilidade que aumentaram a produtividade da empresa. Resultado: para o ano, os trabalhadores da Auto-Europa vão ter um aumento de 4%. Se os sindicatos tivessem impedido as mudanças "neoliberais" na Auto-Europa, os milhares de trabalhadores da fábrica estariam agora na rua a protestar contra o "neoliberalismo". A UGT e a CGTP são fábrica de desemprego.

III. Mais: são os piores inimigos da minha geração. Ao defenderem leis laborais ultra defensivas (as mais restritivas do espaço da UE, aliás, do espaço da OCDE), a UGT e a CGTP contribuem para a ausência de criação de novos postos de trabalho, de novas empresas. Os mais jovens não conseguem entrar naquilo que já existe (porque é dificílimo fazer um despedimento individual em Portugal; portanto, o jovem só entra a recibos verdes para fazer um trabalho que devia estar a ser feito por uma pessoa do "quadro"; e essa pessoa do quadro continua lá) e, acima de tudo, os jovens não vêem novas empresas a aparecer. Porque a lei laboral está pensada para defender a todo o custo aquilo que já existe. O futuro não interessa à nossa lei laboral. O futuro não interessa à CGTP. A CGTP, tal como o PCP e o BE, representa o passado.

Legionário disse...

I. Este greve tem uma ponta de ironia: aqueles que lideram a greve são aqueles que são mais protegidos, isto é, os funcionários públicos. Os funcionários públicos têm uma segurança absurda no emprego. Se uma empresa fecha as portas, os trabalhadores dessa empresa vão para o fundo de desemprego e depois têm de arranjar outro emprego. Se uma repartição pública perde a sua utilidade, os funcionários dessa repartição não são dispensados. Nem pensar, então. Que escandaleira fascista. Não senhor. Esses funcionários-públicos-que-estão-a-mais vão para um quadro de mobilidade, onde ganham, se não me engano, quatro sextos do seu vencimento. Mas, então, eu pergunto: mas há portugueses de primeira e portugueses de segunda? Por que razão os desempregados e trabalhadores das empresas têm de pagar esta segurança extrema do funcionário público? Por que razão o funcionário público têm direito a uma rede de segurança vitalícia? Sim, de facto, devíamos fazer greve, uma greve contra estes privilégios inaceitáveis dos funcionários públicos.

II. O sindicalismo português, representado pela GCTP e pela UGT, está perdido no tempo. A CGTP e a UGT são forças reaccionárias que impedem a adaptação de Portugal ao século XXI. Um exemplo: se os trabalhadores da Auto-Europa tivessem seguido as indicações dos sindicatos, a empresa já não estava cá. Felizmente, a comissão de trabalhadores da Auto-Europa negociou regras de flexibilidade que aumentaram a produtividade da empresa. Resultado: para o ano, os trabalhadores da Auto-Europa vão ter um aumento de 4%. Se os sindicatos tivessem impedido as mudanças "neoliberais" na Auto-Europa, os milhares de trabalhadores da fábrica estariam agora na rua a protestar contra o "neoliberalismo". A UGT e a CGTP são fábrica de desemprego.

III. Mais: são os piores inimigos da minha geração. Ao defenderem leis laborais ultra defensivas (as mais restritivas do espaço da UE, aliás, do espaço da OCDE), a UGT e a CGTP contribuem para a ausência de criação de novos postos de trabalho, de novas empresas. Os mais jovens não conseguem entrar naquilo que já existe (porque é dificílimo fazer um despedimento individual em Portugal; portanto, o jovem só entra a recibos verdes para fazer um trabalho que devia estar a ser feito por uma pessoa do "quadro"; e essa pessoa do quadro continua lá) e, acima de tudo, os jovens não vêem novas empresas a aparecer. Porque a lei laboral está pensada para defender a todo o custo aquilo que já existe. O futuro não interessa à nossa lei laboral. O futuro não interessa à CGTP. A CGTP, tal como o PCP e o BE, representa o passado.

Palácio do Sexo disse...

Vimos por este meio informar que as colaboradoras desta casa não vão aderir à greve geral, pelo que os senhores membros da vossa confraria poderão usufruir dos serviços a que estão acostumados.
Mais se comunica que aquele senhor membro que deixou dois whiskys por pagar aquando da última visita deve regularizar a situação o mais breve possível, para evitar ocorrências desagradáveis.
Hoje, a partir das 23h00, haverá um show lésbico, com a participação das artistas Marcinha e Lucineide.

Cliente lesado c/a greve disse...

Ora, ora...era meia-noite em ponto e a Marcinha estava-me a fazer um bico de repente parou pois disse que ao entrar no dia 24 estava em greve.
Afinal que merda de serviço incompleto é este?

Marquês de Pombal disse...

Um País de BANANAS governado por SACANAS

O Portugal de hoje cada vez mais se assemelha ao de há um século e meio atrás quando o rei D. Carlos afirmou “isto é um país de bananas governado por sacanas”.
El Rei D. Carlos tinha certamente razão quando então fez tal análise! O que ele não previu é que sua célebre frase perduraria por mais de um século e continua manifestamente actual ...
Por um lado, tem de reconhecer-se que o essencial do poder é procurar manter-se a todo o custo, onde (“os sacanas”) «não governam mas se governam», enquanto o resto dos portugueses que os legitimam através de eleições embora pensem isso mesmo mostram-se desinteressados em ajudar o país tirando as mordomias a estes “lordes de Portugal”, que não são exemplo nenhum para ninguém.
Quem é responsável pelo Estado da Nação de hoje e ao estado a que chegamos? Somos todos nós (os “bananas”) incapazes de nos revoltar contra este estado de coisas !
Por volta de 1910, Fialho de Almeida resumia assim o que ia na alma das classes cultas portuguesas acerca do resto da população “A turba acéfala, alternadamente feroz e sentimental (tarada em todo o caso), que em Portugal faz as vezes de povo, é uma força de inércia sem a menor consciência de si própria, e que no estado de bestialidade africana em que jaz, tão cedo pode ter papel na marcha do país”
Nada mais actual !

IRINEU disse...

FODA-SE CONFRADE...HOJE VC ESTÁ TERRIVEL....PERDOE-LHES QUE ELES NAO SABEM O QUE FAZEM.....EHEHEHEHEH.....

FUNCIONÁRIO PUBLICO disse...

A Igreja e as empresas tuteladas pela mesma, os bancos e outros que paguem os devidos impostos....QUE A CRISE ACABA....

BES 450.000.000€ DE LUCRO....EM 9 MESES....IMPOSTOS VOU AQUI E JÁ VENHO

Um total de 59 por cento das receitas das instituições sociais católicas, em 2007, teve origem no Estado. .....ORA BOLAS....

Fiscal disse...

Reformas milionárias na Função Pública

Mais de 200 mil funcionários do Estado reformados estão a ganhar por mês 4 mil euros.

As reformas de luxo estão a aumentar na Função Pública. Só nos primeiros 10 meses deste ano, o escalão máximo de pensões acima dos 4 mil euros aumentou 640%, noticia o CM.

Segundo os últimos dados da Caixa Geral de Aposentações, a liderar a lista das reformas milionárias estão juízes, professores ou gestores públicos. Mas há quem esteja a ganhar acima dos 4 mil euros. É o caso de um inspector-geral dos CTT que ganha perto de 8 mil euros por mês; ou um outro funcionário dos correios que este mês passa a levar para casa 6109 euros de pensão.

As reformas acima dos 4 mil euros abrangem magistrados do Ministério Público, juízes, diplomatas, controladores aéreos, investigadores do LNEC, professores universitários e médicos, adianta o matutino.

E andamos nós a manter estes grandes fdp... quando à idosos a receber a pensão minima de 413 €!!!

Zeca Faneca disse...

E o que é que o Zé Povinho faz?
Protesta para dentro. Eu vejo lá fora que as pessoas quendo não estão contentes, todo o MUNDO fica a saber, com as manifestações que param o país, com as acções de violência (carros incendiados) e finalmente culpando os verdadeiros culpados!

Europeu disse...

Os sindicatos são um bando de parasitas que alegadamente defendem os trabalhadores, mas são o principal obstáculo à modernização do país.
As greves não passam de folclore organizado pelos sindicatos para entreter o povo.

Nórdico disse...

SCB ::: SCB ::: SCB :::

GOVERNO ABAIXO disse...

isto esta uma greve do caralho...esta tudo a trabaier...


Greve Geral..ahahahah...é por isso que estes fdp fazem o que querem....

VOU APROVEITAR QUE OS GAJOS ENGANARAM-SE E ENTREGARAM OS 6 BLINDADOS, QUE ERAM PARA A CIMEIRA NA MINHA GARAGEM, E VOU INVADIR LISBOA....


QUEM QUER CONDUZIR OS DITOS!

Labaredas disse...

Com um bocado de sorte os iranianos ou os coreanos disparam um míssil para atingir os EUA e cai em Al-Lisbuna.

NOTICIAS ONLINE disse...

HOUVE UM INDIVIDUO QUE PUXOU TANTO PELA SUA VIATURA PARA FUGIR AOS GREVISTAS....QUE ATÉ FUROU O TUBO DO TURBO....

António Pereira disse...

Hoje não digo nada... Estou de greve.

Arturinho das moscas disse...

Agora é hora de contar espingardas e como é habitual vai haver a absurda disparidade de números entre governo e sindicatos.
O governo a afirmar que a greve foi um fracasso, que nem atingiu os 20% do trabalhadores e que a política económica e social se mantém.
Os sindicatos a esgrimirem números de adesão à greve de quase 100%, que obrigarão o governo a rever as medidas anunciadas.
De ambos os lados estes números são ridículos.
O que é certo é que amanhã a vida continua, a greve fica para trás, o Orçamento/2011 é aprovado, o país continua a afundar-se e o Zé Parolo é que paga a crise.

Rosalina Prostituta disse...

Eu não estou em greve, estou com o período. É quase a mesma merda porque não trabalho como os grevistas e também não recebo o dia de hoje

Ziggy Stardust disse...

Cara Rosalina, não se arme em esquisita. Se está nos dias difíceis sempre pode fazer uns bicos e abrir a porta das traseiras.

Legionário disse...

A greve passou a m*** de politica continua a mesma e lá continuamos nós a f*** o governo.

Pinante Matinal disse...

Eu já enrabei essa Rosalina e não paguei.

OLHO DO C* disse...

O PINANTE MATINAL É PROFISSIONAL NO ENRRABANÇO, POIS JÁ PROVOU DO MESMO EHEHEHE